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Dívida Pública Federal cresce 1,53% para R$ 3,582 tri em fevereiro, diz Tesouro

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Economia

Dívida Pública Federal cresce 1,53% para R$ 3,582 tri em fevereiro, diz Tesouro

O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) subiu 1,53% em fevereiro, quando atingiu R$ 3,582 trilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 26, pelo Tesouro Nacional. Em janeiro, o estoque estava em R$ 3,528 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 25,55 bilhões em fevereiro. Já as emissões de papéis totalizaram R$ 47,09 bilhões, enquanto os resgates chegaram a R$ 18,57 bilhões, o que resultou em uma emissão líquida de R$ 28,51 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 1,50% e fechou o mês passado em R$ 3,456 trilhões.

Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 2,23% maior, somando R$ 125,59 bilhões no segundo mês do ano.

12 meses

A parcela da DPF a vencer em 12 meses caiu de 17,93% em janeiro para 17,79% em fevereiro, segundo o Tesouro Nacional. O prazo médio da dívida caiu de 4,32 anos em janeiro para 4,27 anos no mês passado. O custo médio acumulado em 12 meses da DPF passou de 10,06% ao ano em janeiro para 10,01% ao ano em fevereiro.

Prefixados

A parcela de títulos prefixados na DPF subiu de 33,80% em janeiro para 34,33% em fevereiro. Já os papéis atrelados à Selic diminuíram a fatia, de 32,43% para 32,38%.

Os títulos remunerados pela inflação caíram de 30,17% do estoque da DPF em janeiro para 29,66% em fevereiro. Os papéis atrelados ao câmbio, por sua vez, elevaram a participação na DPF de 3,60% para 3,63% na mesma base de comparação.

Todos os papéis estão dentro das metas do Plano Anual de Financiamento (PAF) para este ano. O intervalo do objetivo perseguido pelo Tesouro para os títulos prefixados em 2018 é de 32% a 36%, enquanto os papéis remunerados pela Selic devem ficar entre 31% a 35%. No caso dos que têm índices de preço como referência, a meta também é de 27% a 31% e, no de câmbio, de 3% a 7%.

Estrangeiros

Os estrangeiros diminuíram a sua participação entre os detentores de títulos do Tesouro Nacional em fevereiro. O porcentual dos investidores não residentes no Brasil no estoque da DPMFi caiu de 12,41% em janeiro para 12,39% no mês passado, somando R$ 428,32 bilhões.

Mesmo com a queda na participação, os estrangeiros elevaram o estoque absoluto de dívida emitida pelo Tesouro em suas mãos. Esses detentores tinham em R$ 422,64 bilhões em títulos em janeiro, portanto menos do que o apurado no mês passado.

O grupo Fundos de Investimento foi o maior detentor de papéis do Tesouro, com a participação passando de 27,28% em janeiro para 27,35% no mês passado. Esse grupo tem nas mãos R$ 945,39 bilhões em títulos da dívida interna.

A parcela das instituições financeiras no estoque da DPMFi teve elevação de 21,29% em janeiro para 21,96% em fevereiro. Já o grupo Previdência reduziu sua fatia na dívida de 24,98% para 24,43%. As seguradoras, por sua vez, tiveram recuo na participação de 3,90% para 3,88%.