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FGV: IPC-S desacelera para 0,12% na 2ª quadrissemana de março (0,13% na anterior)

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Economia

FGV: IPC-S desacelera para 0,12% na 2ª quadrissemana de março (0,13% na anterior)

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,12% na segunda quadrissemana de março, informou nesta sexta-feira, 16, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,01 ponto porcentual abaixo do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,13%.

Das oito classes de despesas analisadas, quatro apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Transportes (0,90% para 0,48%), Habitação (0,15% para 0,13%), Educação, Leitura e Recreação (-0,23% para -0,31%) e Comunicação (-0,04% para -0,12%).

Em contrapartida, registraram aceleração na segunda quadrissemana de março: Alimentação (-0,28% para -0,12%), Vestuário (-0,49% para 0,26%), Despesas Diversas (0,18% para 0,22%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,37% para 0,38%).

O grupo Transportes, que desacelerou de 0,90% na primeira quadrissemana de março para 0,48% na segunda leitura do mês, foi o que mais contribuiu para o arrefecimento do IPC-S. Nesta classe de despesa, a FGV destacou o comportamento de tarifa de táxi (3,61% para -1,15%).

Dentre as quatro classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens empregada doméstica diarista (0,47% para 0,38%) em Habitação; excursão e tour (-0,76% para -1,37%) no grupo Educação, Leitura e Recreação; e tarifa de telefone móvel (-0,11% para -0,42%) em Comunicação.

Já as principais contribuições dos grupos que mostraram avanço no período foram frutas (0,32% para 2,70%) no segmento Alimentação; roupas (-0,40% para 0,36%) em Vestuário; alimentos para animais domésticos (0,92% para 1,38%) no grupo Despesas Diversas; e serviços de cuidados pessoais (0,31% para 0,36%) em Saúde e Cuidados Pessoais.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de baixa no IPC-S da segunda quadrissemana de março foram passagem aérea (-6,53% para -9,57%), carne moída (-1,20% para -3,31%), frango em pedaços (-2,24% para -2,71%), alcatra (apesar da aceleração de -3,91% para -3,08%) e contrafilé (mesmo com a taxa maior, de -4,38% para -3,55%).

Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 0,95%), tarifa de ônibus urbano (a despeito da desaceleração de 0,97% para 0,70%), tarifa de eletricidade residencial (apesar do alívio de 0,75% para 0,59%), gasolina (mesmo com o arrefecimento de 1,38% para 0,57%) e refeições em bares e restaurantes (ainda que a taxa tenha diminuído de 0,30% para 0,23%).