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Temer: empresa não aumenta jornada se não confiar em crescimento

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Economia

Temer: empresa não aumenta jornada se não confiar em crescimento

O mandatário voltou a afirmar que encontrou o País com 14 milhões de desempregados


O presidente da República, Michel Temer, comemorou o aumento pela Fiat Chrysler da jornada de trabalho na sua nova fábrica em Goiana, em Pernambuco. De acordo com ele, ninguém abre novos turnos de trabalho numa fábrica se não estiver depositando confiança no crescimento econômico.

"Tenho absolutamente convicção de que legitimamente ninguém contrata sem horizonte econômico favorável. Se a Fiat resolveu ampliar a jornada de trabalho, é porque tem visão de longo prazo, verifica o que acontece no Brasil, diz posso investir", disse acrescentando que "acertamos ao trazer a responsabilidade de volta ao centro da nossa política econômica".

O mandatário voltou a afirmar que encontrou o País com 14 milhões de desempregados. "Esse número Caiu sensivelmente, porque depois de cessar a recessão abrimos cerca de 1,5 milhão de postos de trabalho", afirmou Temer, sempre invocando nas citações de sucesso a colaboração do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Temer fez referências ao nome do seu ministro da Fazenda pelo menos três vezes durante o rápido discurso que proferiu em Goiana, em Pernambuco. Meirelles, que discursou antes do presidente, também fez questão de enaltecer os feitos de Temer no comando do País, em especial na área econômica.

Temer voltou a comentar sobre o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores brasileira, que no início de seu governo estava em 47 mil pontos e agora encontra-se em 87 mil pontos. Para ele, se trata de uma ação reveladora da confiança no Brasil. "Ouvi depoimentos dos trabalhadores daqui de que o Brasil não pode viver de pessimismo, mas de otimismo, e quem traz emprego é a Fiat", disse.

Juros

Temer lembrou durante visita à planta da Fiat Chrysler em Goiana, em Pernambuco, que pegou o governo com uma taxa de juros de 14,25% ao ano e que hoje a Selic encontra-se em 6,5% ao ano.

"Apanhamos o governo com taxa Selic de 14,25% e anteontem (quarta-feira) caiu para 6,5%, abrindo a possibilidade do crédito. Tudo isso não se deve apenas ao governo, mas às empresas que investem e especialmente aos trabalhadores do Brasil", disse.

Temer disse que para os veículos produzidos no Brasil "o crédito está ficando de alguma maneira mais fácil". O presidente anunciou durante a visita à fábrica da Fiat Chrysler a prorrogação do programa de incentivo à indústria automotiva em Goiana, Pernambuco.