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Apesar de acordo, fim da paralisação depende de cada local de protesto, diz CNTA

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Economia

Apesar de acordo, fim da paralisação depende de cada local de protesto, diz CNTA

Principal entidade que apoiou a negociação assinada na quinta-feira, 24, entre caminhoneiros e o governo, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Autônomos (CNTA) divulgou nota na manhã desta sexta-feira, 25, em que afirma que, apesar do acordo, não pode garantir o fim da paralisação nas estradas. Segundo a entidade, cada local de mobilização terá autonomia para decidir se a proposta do governo é suficiente ou não para interromper o movimento.

A Confederação informou em nota que as entidades que assinaram o acordo assumiram "um único compromisso" que é "apresentar as propostas à categoria que está mobilizada nas rodovias". O fim da paralisação, cita o texto, não é uma decisão da entidade. "Cada local decide se isso é suficiente para suspender o movimento ou continuar", cita o documento elaborado após reunião da cúpula da CNTA em Brasília.

No documento, a Confederação ressalta que as entidades envolvidas nas negociações se comprometeram desde o início das tratativas a trabalhar "exclusivamente na defesa dos interesses dos caminhoneiros autônomos, sem menosprezar aos demais interesses da população".

A confederação diz que o governo ofereceu algumas medidas em troca de uma trégua de 15 dias "para que se normalize o abastecimento de produtos essenciais à população". Nesse período, seriam retomadas as negociações "para apresentação da solução de demais reivindicações da categoria".

Entre as medidas, a entidade cita como "obrigação dos Estados" a redução imediata de 50% do ICMS sobre o diesel. O texto menciona que a proposta seria levada pelo governo federal à reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) realizada nesta sexta-feira em Brasília.

Outras promessas foram as tratativas do governo federal para que Estados como São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco adotem a suspensão da cobrança do eixo suspenso nos pedágios quando caminhões trafegarem vazios. Além disso, o Senado também se comprometeu com uma pauta que inclui o projeto para o valor mínimo do frete e o Projeto de Lei que zera a alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel.