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No IGP-DI, alimentos aceleram ao consumidor, mas arrefecem no atacado

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Economia

No IGP-DI, alimentos aceleram ao consumidor, mas arrefecem no atacado

Os preços dos alimentos para o consumidor aceleraram na passagem de março para abril, mas deram um alívio no atacado, mostram os dados do Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI) divulgados nesta terça-feira, 8, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No IPC-DI, que mede os preços ao consumidor, o grupo Alimentação acelerou de -0,02% em março para 0,29% em abril. No geral, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação na passagem de março a abril.

O destaque foi o grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que acelerou de 0,42% para 1,12%. "Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item medicamentos em geral, cuja taxa passou de 0,00% para 2,36%", diz a nota divulgada há pouco pela FGV.

Por outro lado, os preços dos alimentos deram uma trégua no atacado, confirmando o cenário positivo para esse item da inflação. Segundo a FGV, o subgrupo "alimentos in natura", cuja taxa passou de 8,68% em março para -2,16% em abril, segurou a aceleração da taxa do IPA-DI, que mede os preços no atacado, e avançou de 0,77% em março para 1,26% em abril. Os preços da mandioca (-8,49%), das aves (-3,04%), dos ovos (-5,64%) e dos bovinos (-1,19%) estão entre as maiores influência de baixa no IPA-DI.

Os preços dos combustíveis, entretanto, pesaram no atacado. O subgrupo "combustíveis e lubrificantes para a produção" do IPA-DI passou de 0,62% em março para 8,56% em abril. No atacado, o óleo diesel subiu 10,42% mês passado, enquanto a gasolina automotiva avançou 7,07%, dois itens que estão entre as maiores influências de alta.

Núcleo

O núcleo do IPC-DI de abril subiu 0,37%, após um aumento de 0,25% em março, segundo a FGV, que informou pela manhã os resultados do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de abril.

O núcleo do IPC-DI é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo. Ainda de acordo com a FGV, o núcleo acumulou uma elevação de 1,30% no ano até abril e avanço de 3,22% em 12 meses.