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Número de brasileiros afastados do trabalho por pandemia cai para 7 milhões

Economia

Número de brasileiros afastados do trabalho por pandemia cai para 7 milhões

São cerca de 700 mil pessoas que podem ter retornado ao trabalho presencial com a flexibilização das medidas de distanciamento social

Foto: Reprodução R7

A pandemia afastou muitos brasileiros do trabalho, mas de acordo com a Pnad Covid-19 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os dias 05 e 11 julho de julho, o número de pessoas afastadas diminuiu para 7 milhões. 

Na semana anterior, o levantamento apontava que 8,3 milhões estavam nesta situação, o que representava 10,1% da população ocupada. Na primeira semana de maio, o contingente era de 16,6 milhões (19,8%).

A população desocupada, aquelas que não tem trabalho ou atividades que geram renda, foi estimada em 12,2 milhões de pessoas, estável frente à semana anterior (11,5 milhões), mas cresceu em relação à semana de 3 a 9 de maio (9,8 milhões). 

Trabalho remoto

O número de pessoas ocupadas que estavam trabalhando de forma remota caiu de 8,9 milhões para 8,2 milhões. São cerca de 700 mil pessoas que podem ter retornado ao trabalho presencial com a flexibilização das medidas de distanciamento social.

Segundo a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, esta foi a primeira queda significativa. “Essa é a primeira queda significativa nesse grupo desde o início de maio, quando a pesquisa começou. A redução foi observada tanto em valores absolutos (643 mil) quanto percentuais (11,6%) e reflete o que já estamos vendo, que é o retorno de parte dessas pessoas aos seus locais de trabalho antes da pandemia”, afirmou.

Procura por emprego

A Pnad Covid-19 mostra que 19,2 milhões de brasileiros não procuraram emprego durante a semana por causa da pandemia de coronavírus ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam. Depois de uma queda em junho (17,3 milhões), esse grupo voltou ao patamar do início de maio (19,1 milhões).

A taxa de ocupação ficou em 81,1 milhões, o que significa que menos da metade da população (47,6%) estava trabalhando na segunda semana de julho. Já a taxa de trabalhadores na informalidade ficou em 34,0%, atingindo 27,6 milhões de pessoas. No início de maio, eram 29,9 milhões.

*Com informações do Portal R7!