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Secretário do Tesouro dos EUA pede que Congresso eleve teto da dívida do país

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Economia

Secretário do Tesouro dos EUA pede que Congresso eleve teto da dívida do país

O secretário disse que o custo implícito da incerteza nos mercados financeiros também continuará a crescer quanto mais o Congresso demorar para votar a questão

São Paulo - O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, voltou a pedir ao Congresso que eleve o teto da dívida americana antes do recesso em agosto, ao argumentar que o Departamento do Tesouro pode pagar as contas do governo até setembro, mas que, para isso, precisaria economizar dinheiro - o que poderia impor um custo "significativo" aos contribuintes.

A dívida pública atingiu o limite em meados de março e o Tesouro vem usando essas "medidas extraordinárias" desde então para levantar dinheiro para continuar pagando as contas do governo. Em depoimento no Senado, Mnuchin reconheceu que esses esforços que o governo vem fazendo têm um custo para os contribuintes, que um senador estimou em cerca de US$ 2,5 bilhões.

O secretário disse que o custo implícito da incerteza nos mercados financeiros também continuará a crescer quanto mais o Congresso demorar para votar a questão. No entanto, líderes da Câmara e do Senado não anunciaram nenhum plano para resolver o problema antes de retornarem do recesso, em setembro. O apartidário Escritório de Orçamento Congressual (CBO, na sigla em inglês) estimou que o Tesouro ficará sem dinheiro para pagar as contas do governo no início de outubro.

Questionado sobre o projeto do governo Donald Trump de reforma tributária, Mnuchin disse que a administração está "muito perto" de divulgar a versão completa da proposta. Ele afirmou que os impostos corporativos nos EUA são, atualmente, os maiores do mundo desenvolvido e que a prioridade do país, com a reforma tributária, é a de reduzir os impostos corporativos.

Mnuchin ainda comentou que o governo Trump apoia "totalmente" as sanções contra a Coreia do Norte, a Rússia e o Irã, cujo projeto foi aprovado, na terça-feira, na Câmara dos Representantes. A proposta, agora, segue para o Senado e, caso aprovada, passará para assinatura do presidente. "Perseguiremos agressivamente as opções de sanções contra o Irã", disse o secretário. (Com Dow Jones Newswires)