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Construção demite 268 mil empregados em um ano, diz IBGE

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Economia

Construção demite 268 mil empregados em um ano, diz IBGE

O total de ocupados na atividade encolheu 3,8% no terceiro trimestre de 2017 ante o mesmo período de 2016

Rio - A construção cortou 268 mil postos de trabalho no período de um ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O total de ocupados na atividade encolheu 3,8% no terceiro trimestre de 2017 ante o mesmo período de 2016.

Também houve corte de vagas no setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com menos 400 mil empregados, um recuo de 4,4% no total de ocupados. Na direção oposta, a indústria criou 245 mil vagas no período de um ano, uma alta de 2,1% no total de ocupados no setor no terceiro trimestre ante o mesmo trimestre de 2016. O comércio contratou 410 mil empregados, alta de 2,4% na ocupação no setor.

A atividade de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas - que inclui alguns serviços prestados à indústria - registrou um crescimento de 488 mil vagas em um ano, 5,1% de ocupados a mais.

Também houve aumento no contingente de trabalhadores de alojamento e alimentação (+562 mil empregados), outros serviços (+214 mil pessoas), transporte, armazenagem e correio (+117 mil ocupados), serviços domésticos (+27 mil empregados) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+51 mil vagas).

Outra comparação

Na comparação entre o terceiro trimestre de 2017 e o segundo trimestre do mesmo ano, a indústria criou 67 mil postos de trabalho, o equivalente a um aumento de 0,6% no total de ocupados no setor.

O total de ocupados no País cresceu 1,2% no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre, com a criação de 1,061 milhão de vagas.

Outros setores que contrataram no período foram a construção, com 141 mil postos de trabalho a mais; comércio, com 91 mil funcionários a mais; alojamento e alimentação, mais 175 mil; administração pública, defesa, seguridade social, educação e saúde, mais 249 mil novas contratações; informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com 241 mil a mais; serviços domésticos, 77 mil a mais; e outros serviços, com a geração de 54 mil novos postos.

Por outro lado, houve demissões em transporte, armazenagem e correio, com 11 mil ocupados a menos, e em agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 31 mil vagas extintas.