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Correios relatam 'normalidade' em primeiro dia após fim da greve

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Economia

Correios relatam 'normalidade' em primeiro dia após fim da greve

Distribuição de objetos postais pelos Correios deve estar normalizada em até cinco dias úteis

Os funcionários dos Correios retornaram ao trabalho nesta segunda-feira, 9, "em clima de normalidade", diz a estatal, após a greve que paralisou parte dos serviços postais da empresa desde o dia 19 de setembro. A expectativa agora é pela assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho, analisado e aprovado em assembleia de trabalhadores na última sexta-feira (6), que terá validade de agosto de 2017 a agosto de 2018.

Tanto os Correios quanto as entidades que representam os trabalhadores - a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect)- confirmaram ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que a assinatura deve ocorrer nesta terça-feira (10), na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. O gabinete do vice-presidente do TST, ministro Emmanoel Pereira, informou que a ratificação do acordo está prevista para ocorrer às 14 horas.

O acordo proposto pelo ministro Pereira prevê reajuste de 2,07% dos salários e benefícios, retroativo a agosto de 2017, a manutenção das cláusulas do ACT anterior, compensação de 64 horas e desconto do restante das horas não trabalhadas. O plano de saúde, tratado na cláusula 28, segue em negociação, sob mediação do TST.

Serviços

A distribuição de objetos postais pelos Correios deve estar normalizada em até cinco dias úteis "na maior parte das localidades", projeta a estatal. Já os serviços de horário marcado, como Sedex 10 e Disque Coleta, devem voltar ao funcionamento até a quarta-feira (11).

No último fim de semana, após as entidades sindicais aprovarem a proposta de acordo, os Correios realizaram um mutirão nas regiões em que houve greve e foram entregues mais de 6,6 milhões de cartas e encomendas, com a participação de mais de 22 mil trabalhadores.