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FGV: grupo Habitação é o que mais contribui para aceleração do IPC-S

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Economia

FGV: grupo Habitação é o que mais contribui para aceleração do IPC-S

Nessa classe de despesas, o destaque de aceleração dos preços foi o item tarifa de eletricidade residencial (-3,31% para -1,78%), ainda que o taxa continue negativa. O indicador geral subiu 0,16 ponto porcentual, passando de -0,02% na quarta quadrissemana de setembro para +0,14% na primeira quadrissemana de outubro

São Paulo - O grupo Habitação, que reduziu a deflação para -0,09% na primeira quadrissemana de outubro ante -0,40% na leitura anterior, foi o que mais contribuiu para a aceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), divulgado nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Nessa classe de despesas, o destaque de aceleração dos preços foi o item tarifa de eletricidade residencial (-3,31% para -1,78%), ainda que o taxa continue negativa. O indicador geral subiu 0,16 ponto porcentual, passando de -0,02% na quarta quadrissemana de setembro para +0,14% na primeira quadrissemana de outubro.

Entre as outras quatro classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens hortaliças e legumes (-7,31% para -2,27%), em Alimentação; cigarros (0,72% para 1,13%), em Despesas

Diversas; tarifa de telefone móvel (-0,17% para 0,09%), em Comunicação; salas de espetáculo (-0,42% para -0,25%), em Educação, Leitura e Recreação.

De forma isolada, os itens com as maiores influências positivas foram gasolina (apesar de a inflação ter desacelerado de 2,70% para 2,38%), plano e seguro de saúde (que repetiu a taxa de 0,95%), passagem aérea (ainda que a variação tenha recuado de 12,25% para 10,27%), gás de bujão (2,08% para 2,94%), automóvel novo (0,54% para 0,58%).

Já os cinco itens com as maiores influências de negativas foram tarifa de eletricidade residencial (ainda que a deflação tenha recuado de -3,31% para -1,78%), tarifa de ônibus urbano (apesar de taxa negativa ter caído de (-1,21% para -0,99%), leite tipo longa vida (mesmo com a deflação passando de -3,97% para -3,30%), manga (-16,70% para -19,39%) e cebola (-8,37% para -9,17%).