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Aluguel residencial cai 0,28% em outubro ante setembro, aponta Fipezap

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Economia

Aluguel residencial cai 0,28% em outubro ante setembro, aponta Fipezap

O levantamento incorpora em seu cálculo apenas os novos contratos, sem considerar a correção dos aluguéis nos contratos vigentes

São Paulo - Os aluguéis residenciais caíram 0,28% em outubro na comparação com setembro, considerando os valores médios de anúncios em 15 cidades. Esse foi o quinto recuo consecutivo nos preços de locação. No acumulado do ano, os aluguéis tiveram baixa de 0,64%, enquanto nos últimos 12 meses, houve uma retração de 0,77%, mostrando uma desvalorização do mercado imobiliário em 2017.

Os dados fazem parte da pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base nos anúncios do site Zap Imóveis. O levantamento incorpora em seu cálculo apenas os novos contratos, sem considerar a correção dos aluguéis nos contratos vigentes.

Em outubro, 10 das 15 regiões cobertas pela pesquisa mostraram queda no preço médio de locação na comparação mensal. Entre as principais retrações estão Rio de Janeiro (-1,06%), Niterói (-1,12%), Florianópolis (-0,45%), Distrito Federal (-0,41%) e São Paulo (-0,21%). Na contramão, cinco cidades tiveram elevação nos preços de locação, como é o caso de Goiânia (1,22%), Curitiba (0,97%) e Recife (0,43%).

Com o resultado de outubro, o valor médio de locação no País atingiu o patamar de R$ 28,26 por metro quadrado. São Paulo tem o aluguel mais elevado do País, em R$ 35,60/m2, seguido por Rio, com R$ 32,14/m2, e Distrito Federal, com R$ R$ 29,68/m2. Entre as cidades pesquisadas, o valor mais baixo foi registrado em Fortaleza, R$ 16,22/m2, e Goiânia, R$ 15,03/m2.

O preço de locação tem sido afetado pelo excesso de imóveis disponíveis para comercialização. Como muitos proprietários não têm conseguido efetivar uma venda, decidiram direcionar o imóvel para aluguel, repassando custos como condomínio e IPTU para os inquilinos.

Além disso, muitos consumidores estão reticentes em fechar negócios devido ao desemprego elevado e ao cenário econômico adverso, diminuindo a liquidez do mercado imobiliário.