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Pagamento do 13º salário deve injetar cerca de 3,2 bilhões na economia capixaba

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Economia

Pagamento do 13º salário deve injetar cerca de 3,2 bilhões na economia capixaba

Mais de 1,5 milhão de trabalhadores do Espírito Santo devem ser beneficiados com o abono

Os capixabas devem receber um valor médio de R$ 1.986,77 | Foto: Agência Brasil

Termina nesta quinta-feira (30) o prazo para que as empresas depositem a primeira parcela do 13º salário. No Espírito Santo, mais de 1,5 milhão de pessoas, entre empregados e segurados do INSS, vão receber o abono de Natal este ano.  Ao todo, o salário extra deverá injetar cerca de R$ 3,2 bilhões na economia capixaba. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em média, os capixabas vão receber um rendimento extra de R$ 1.986,77.

No mercado formal capixaba, são mais de 870 mil trabalhadores nos Setores Público e Privado e 35 mil pessoas que possuem carteira assinada para trabalho doméstico. O valor médio do pagamento extra desses trabalhadores é de R$ 2.456,73. No total, esse mercado deve receber um valor superior a R$ 2,2 bilhões.

Já os aposentados e pensionistas do Espírito Santo totalizam 609.771 pessoas, que devem receber, no total, mais de R$ 1 milhão no 13º pagamento. O valor médio para cada segurado é de R$ 1.676,93.

A segunda parcela do 13º deve ser paga, no máximo, até o dia 20 de dezembro. Se a empresa não fizer hoje o depósito do 13º, ela pode ser multada pelos fiscais do Ministério do Trabalho em R$ 178 por funcionário. Uma firma com 150 trabalhadores, por exemplo, pagaria uma multa de R$ 25,5 mil pelo atraso. Em caso de reincidência, ou seja, se já houve atraso de pagamento do abono em outros anos, a multa é aplicada em dobro.

Em todo o Brasil, cerca de 83,3 milhões de pessoas devem ser beneficiadas com o pagamento. O salário extra deverá injetar R$ 200,5 bilhões na economia nacional. Nos últimos quatro anos, por conta da crise econômica e o aumento do desemprego, o número de pessoas que recebem o 13º sofreu uma queda de 1,4 milhão. Eram 84,7 milhões, em 2014, e caiu para 83,3 milhões em 2017.

Desses 83,3 milhões, aproximadamente 48,1 milhões, ou 57,8% do total, são trabalhadores no mercado formal. Entre eles, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada somam 1,9 milhão, equivalendo a 2,2% do total que recebe 13º. Os aposentados ou pensionistas do INSS representam 34,1 milhões, ou 40,9% do total.