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BNDES desembolsa R$ 61 bilhões de janeiro a novembro de 2017

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Economia

BNDES desembolsa R$ 61 bilhões de janeiro a novembro de 2017

As consultas para operações nos setores de Construção Civil e de Indústria Química, porém, tiveram crescimentos de 35% e 40%, respectivamente

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 61 bilhões entre janeiro e novembro de 2017, o equivalente a um recuo 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as aprovações somaram R$ 60,1 bilhões, uma queda de 13% na comparação com a janeiro a novembro de 2016.

As consultas - primeira fase de análise de crédito no BNDES e que servem como termômetro para a demanda por financiamentos - alcançaram R$ 88 bilhões de janeiro a novembro, 16% a menos que o registrado nos primeiros onze meses de 2016.

As consultas para operações nos setores de Construção Civil e de Indústria Química, porém, tiveram crescimentos de 35% e 40%, respectivamente.

O movimento sinaliza "uma disposição do mercado para operações mais estruturadas em segmentos importantes da economia", avaliou o banco, em nota.

Os enquadramentos - fase de acolhimento dos pedidos de financiamento - alcançaram R$ 77,7 bilhões de janeiro a novembro, uma redução de 17% ante o mesmo período de 2016.

Finame

O BNDES informou que os desembolsos da linha Finame somaram R$ 17,6 bilhões de janeiro a novembro deste ano, uma alta de 11% em relação ao mesmo período de 2016.

A linha Finame é voltada para o financiamento da produção, modernização e compra de máquinas e equipamentos, "um importante termômetro da recuperação da atividade econômica", segundo nota do banco de fomento.

As aprovações da Finame - última etapa antes da contratação e do desembolso - alcançaram R$ 19,7 bilhões de janeiro a novembro, expansão de 22% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Já a linha de financiamento BNDES Giro - voltada para capital de giro de empresas - alcançou R$ 6,2 bilhões de janeiro a novembro, aumento de 199% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado em 12 meses até novembro, a linha de capital de giro desembolsou R$ 6,8 bilhões, volume 177% maior que nos 12 meses anteriores.