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Jacqueline Sato fala sobre sua personagem em Orgulho e Paixão: - Ela é inspiradora

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Entretenimento

Jacqueline Sato fala sobre sua personagem em Orgulho e Paixão: - Ela é inspiradora

Uma novidade está agitando os capítulos de Orgulho e Paixão. Jacqueline Sato entra na trama como a médica Mariko. Em entrevista, a atriz contou o que o público pode esperar de sua personagem:

- Estou me sentindo muito orgulhosa de interpretar uma mulher tão forte como ela. É como se fosse uma espécie de homenagem às mulheres que, naquela época, lutaram e conquistaram tanto. E ao mostrar um pouco deste passado, vemos o quanto já avançamos nesta caminhada pela equidade de gêneros perante a sociedade e isto, de certa forma, estimula a nós mulheres de hoje, continuarmos em busca de mais, sabe? O Olha como era, comparado ao Olha como é hoje; ajudando a projetar o como queremos que seja amanhã. Espero que ela seja inspiradora, assim como está sendo pra mim.

Além da novela, Jacqueline pode ser vista na série do canal pago Sony, (Des)Encontros, em que vive Marina, uma designer que está produzindo um documentário. A artista contou quais foram suas inspirações para a personagem:

- Para fazer a personagem assisti a primeira temporada da série para entender o universo e o tom e vi muitos filmes de comédia romântica para me rechear de referências. Fui gostando mais e mais e apreciando o gênero depois de assistir alguns como Questão de tempo, 500 dias com ela, Peixe Grande, Quatro casamentos e um funeral e Um lugar chamado Nothing Hill. Alguns já tinha visto e assisti novamente, com olhos mais atentos. Gosto sempre de assistir a obras que conversem com aquela que farei para ir me sintonizando com a frequência do tipo de trabalho. É muito útil, além de ser divertido. Além disso, fui buscar as referências que moram dentro de mim, o que eu tenho de Marina. Este é um dos maiores e mais ricos processos. Além de encontrar elementos para a personagem, você aprende com ela.

E ela não para por aí! Em breve, Jacque estará também nas telonas do cinema, em Talvez uma História de Amor. No filme, ela interpreta a ex namorada do personagem de Mateus Solano, e acaba o ajudando com suas conquistas atuais. A atriz então revelou se acredita na amizade entre ex namorados também na vida real:

- Se o respeito não for ferido. Muitas vezes uma relação amorosa pode chegar ao fim, por motivos diversos, mas a admiração e amizade podem continuar. Muitas vezes a admiração e amizade permanecem, afinal foram importantes um na vida do outro. Talvez possa levar um tempo até que ambos conquistem isso, pois é comum um lado ficar mais machucado do que o outro. Mas acho possível sim.

Jacqueline esteve em Sol Nascente, novela que foi criticada pela falta de representatividade com atores orientais. Atualmente, Segundo Sol foi alvo de uma polêmica parecida, ao apresentar poucos atores negros em uma trama que se passa na Bahia. A atriz comentou o atual movimento em busca de diversidade nas obras de ficção:

- Acho que pode melhorar. Como já vem melhorando ao longo do tempo. Mas talvez os dias de hoje peçam que as mudanças sejam mais rápidas e eficazes. O público sabe que pode ser melhor, e tem canais mais abertos para expressar sua voz, seja por conta de algo positivo ou negativo. A internet vem se mostrado uma ótima ferramenta para isto. E acredito que tudo está interligado. Tanto os artistas e produtores tem que trabalhar e agir para que a representatividade esteja mais presente, quanto o público pode agir dizendo o que pensa, pois sem dúvida, será ouvido. Todo o conteúdo produzido existe para o apreço do público final, então, os produtores ficarão atentos. E do meu lado, o que posso fazer é executar o meu trabalho da melhor forma possível, continuar estudando para me aperfeiçoar e conquistar papéis sempre interessantes.