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Memória afetiva ajuda a perpetuar personagens

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Entretenimento

Memória afetiva ajuda a perpetuar personagens

Nascido em 21 de fevereiro de 1929, o multiartista Roberto Bolaños morreu aos 85 anos em 28 de novembro de 2014. Em seu currículo, várias funções, ator, cantor, comediante, compositor, desenhista, diretor, dramaturgo, engenheiro, escritor, filantropo, humorista, pintor, poeta, produtor de televisão, publicitário e roteirista mexicano. Mas, de tudo isso, deixou um legado que permanece até hoje, que é a criação do adorado e idolatrado personagem Chaves, o menino que mora em um barril, um fenômeno de audiência.

Com seu humor singelo, conquistou toda uma geração e continua fazendo novos fãs. No Brasil, estreou em 1984, no SBT, e logo se transformou em um trunfo do canal, arregimentando um público cativo. Em mais de trinta anos de exibição, deixou de ir ao ar poucas vezes, sendo atração até hoje do canal de Silvio Santos.

Não só Chaves pertence ao imaginário dessa grande legião de fãs: os outros personagens do seriado também cativaram o público. Cada um com sua característica, como Dona Florinda (Florinda Meza), a Bruxa do 71 (Angelines Fernández), Seu Madruga (Ramón Valdés), Chiquinha (María Antonieta de las Nieves), Carlos Villagrán Eslava (Quico).

Você pode torcer o nariz para o seriado, mas não tem como não perceber que existe nele toda uma graça infantil, de personagens com humor pueril, com suas brincadeiras de criança, histórias divertidas, por vezes emocionantes. Pensando nessa leva de pessoas que acompanham até hoje esses personagens, o Multishow decidiu colocar o seriado em horário para esse público, que tem memória afetiva, guardando os personagens na lembrança.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.