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No Tony Awards, Robert De Niro xinga Donald Trump e é censurado pela CBS

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Entretenimento

No Tony Awards, Robert De Niro xinga Donald Trump e é censurado pela CBS

Como existe um delay de 10 segundos, a emissora conseguiu cortar a parte em que De Niro xinga o presidente

Aconteceu na noite do último domingo, dia 10, em Nova York, o Tony Awards 2018, premiação que celebra os destaques da Broadway no último ano. O grande vencedor da noite foi The Band’s Visit, que venceu em 10 categorias, inclusive melhor musical. Harry Potter e a Criança Amaldiçoada também fez bonito e levou seis prêmios, inclusive melhor peça e melhor direção para John Tiffany. Seguindo a tendência de outras premiações recentes, o evento também contou com discursos mais políticos.

Ao subir ao palco para apresentar Bruce Springsteen, Robert De Niro acabou saindo do script e surpreendeu a emissora CBS, que transmitia a premiação nos Estados Unidos. O ator aproveitou o momento para atacar o atual presidente do país, Donald Trump:

- Eu vou dizer uma coisa: F**a-se o Trump!

Ovacionado e aplaudido de pé pela plateia, o áudio do ator falando os palavrões não foi escutado pelos telespectadores que acompanhavam a transmissão. Como existe um delay de 10 segundos, a emissora conseguiu cortar a parte em que De Niro xinga o presidente. Em entrevista para a Variety, representantes da CBS confirmaram a edição:

- Os comentários do senhor De Niro foram inesperados e estavam fora do roteiro. A fala ofensiva foi cortada da transmissão.

Em alguns países como Inglaterra e Austrália, o áudio não chegou a ser cortado.

Andrew Garfield faz homenagem para comunidade LGBTQ

Além de vencer na categoria Melhor Revival, a peça Angels in America rendeu à Andrew Garfield o prêmio de Melhor Ator. O espetáculo acompanha uma série de personagens e toca em assuntos como imigração, religião, AIDS, mudanças climáticas na Nova York dos anos 80. O ator dedicou seu prêmio para a comunidade LGBTQ em seu discurso:

- É um profundo privilégio em minha vida representar o Prior Walter em Angels in America, porque ele representa o mais puro espírito da humanidade, e especialmente, da comunidade LGBTQ. É um espírito que diz não à opressão. É um espírito que diz não ao fanatismo, não à vergonha, não à exclusão. É um espírito que diz que todos somos feitos perfeitamente.