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Pedro Bial fala sobre pai viciado em jogo e primeira bebedeira aos 11 anos de idade com Cazuza

Entretenimento

Pedro Bial fala sobre pai viciado em jogo e primeira bebedeira aos 11 anos de idade com Cazuza

Por apostar nos cavalos no jóquei, o pai do apresentador deixou a família sofrer com a falta de dinheiro

Estadão Conteúdo

Redação Folha Vitória
Foto: Divulgação

Pedro Bial foi o entrevistado da vez no programa Amigos, Sons e Palavras, no Canal Brasil, por Gilberto Gil. Na ocasião, o apresentador de Conversa com Bial abriu seu coração e revelou detalhes sobre sua infância, família e sua sede pelo conhecimento.

Bial comentou sobre o vício do seu pai, Pedro Hans Israel Bial, em apostar nos cavalos no jóquei, e que por consequência disso, a família sofria as vezes com a falta de dinheiro:

"Meu pai se virava pra manter a família, mas ele tinha um problema de vício nos cavalinhos, no jóquei, e perdia o dinheiro todo da família nisso".

Felizmente, após uma longa conversa com um famoso jóquei, Manoel Bezerra da Silva, ele nunca mais apostou. E disso, só vieram coisas boas, inclusive a boa instrução escolar de Bial:

"Com o dinheiro que ele não gastava no vício, conseguiu me botar em uma boa escola, em um bom colégio. Fui estudar no Colégio Santo Inácio e passei a ler muito".

Ainda lembrando sobre seus episódios da infância, o jornalista reviveu uma experiência que teve com seu melhor amigo, Cazuza e o escritor Vinícius de Moraes. Na ocasião, os colegas de sala tinham um dever que era entrevistar alguém importante. O pai de Cazuza conseguiu o feito, e 10 horas da manhã, o poeta os recebeu em sua casa. Nesse dia ele tomou sua primeira bebida e ficou bêbado:

"A gente chegou às 10 horas da manhã e ele já estava bebendo seu uísque na banheira. Nós ficamos até 10 horas da noite com o Vinicius. Ele deu uísque pra gente, a gente tinha 11 anos e voltamos bêbados pra casa. Melhor começo impossível. Depois, quando adulto, a gente ficou sabendo que ele não tinha muita paciência pra criança, mas a gente conhecia a obra dele e falava de poemas. Quando ele olhou dois meninos de 11 anos que conheciam alguns poemas, aí foi um barato", contou.