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Em sua biografia, Cláudia Raia fala sobre perda de virgindade precoce e tentativa de abuso sexual: 'É um trauma para a vida'

Entretenimento

Em sua biografia, Cláudia Raia fala sobre perda de virgindade precoce e tentativa de abuso sexual: 'É um trauma para a vida'

A sinceridade com a qual a atriz trata assuntos que vão desde sua vida pessoal e de seus romances, até sua carreira e as brigas que teve nos bastidores das produções em que trabalhou, chamou a atenção dos leitores

Estadão Conteúdo

Redação Folha Vitória
Foto: Reprodução / Instagram

No último domingo, dia 15, Cláudia Raia lançou sua primeira autobiografia, escrita por si com o auxílio de Rosana Hermann: Sempre Raia um novo dia. Desde a data, o livro tem chamado a atenção dos leitores por conta da sinceridade com a qual a atriz trata assuntos que vão desde sua vida pessoal e de seus romances, até sua carreira e as brigas que teve nos bastidores das produções em que trabalhou. Um dos trechos da obra que se destacam, no entanto, é o que Claudia aborda a perda de sua virgindade de modo precoce e a tentativa de abuso sexual que sofreu.

De acordo com o jornal Extra, Raia relembra que, ainda durante a pré-adolescência, se mudou sozinha para os Estados Unidos, onde já estavam sua irmã e o então namorado, e passou a morar na casa de uma família estadunidense. Desse modo, aos 13 anos de idade, teve sua primeira relação sexual com o companheiro de Olenka Raia, que era 19 anos mais velho que ela mesma.

Sei que a ideia de uma menina tão jovem com um homem tão mais velho não apenas causa um grande desconforto como, desde 1990, tipifica crime de estupro de vulnerável. Aos 13, eu fumava, transava e me achava totalmente madura. Realidade: ainda chupava chupeta escondida.

A atriz também relatou que, ainda nos Estados Unidos, foi assediada pelo pai da família que a estava hospedando, fato que deixou marcas em seu psicológico que persistem até os dias de hoje:

A violência física, o abuso e a tentativa de abuso sexual é um trauma para a vida. Você se sente impotente, frágil. Por último, vem um sentimento contra o qual toda vítima tem que lutar: a culpa. Me senti desamparada.