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Cunhado de Ana Hickmann depõe sobre ataque em hotel

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Cunhado de Ana Hickmann depõe sobre ataque em hotel

Ana Hickmann chegou para depor no Fórum Lafayete nesta sexta (20) acompanhada do cunhado Gustavo Correa, da mulher dele, Giovana Oliveira, da mãe, de assessores e advogados

Começou na manhã desta sexta-feira (20), em Belo Horizonte, a primeira audiência de instrução que vai decidir se Gustavo Henrique Bello Correa, cunhado de Ana Hickmann, vai a juri popular pela morte do suposto fã que tentou matar a apresentadora em maio do ano passado.

Quatro testemunhas serão ouvidas pela morte de Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos. O atirador invadiu o Hotel Caesar Business no bairro Belvedere, zona Sul de Belo Horizonte (MG), com a intenção de matar a apresentadora da Record TV. Ela estava hospedada no local para participar de um evento na capital mineira.

Ana Hickmann chegou para depor no Fórum Lafayete nesta sexta (20) acompanhada do cunhado Gustavo Correa, da mulher dele, Giovana Oliveira, da mãe, de assessores e advogados. Durante o atentado, Giovana foi atingida por Pádua no abdômen e na altura do braço.

Em entrevista, ela disse que está confiante da absolvição do cunhado. "Eu, Gustavo e Giovana somos as três vítimas da história. O que está acontecendo aqui hoje, na minha opinião como cidadã, é uma tremenda injustiça. Mas ao mesmo tempo, como pessoa de bem, acredito na Justiça e espero que tudo acabe logo. Este tormento vem machucando a nossa família há mais de um ano", disse a apresentadora.

Em 7 de julho de 2016, o Ministério Público de Minas Gerais apresentou denúncia por homicídio doloso, quando há intenção de cometer o crime, contra Correa. Pelo entendimento do MOP, ele teria que ser enquadrado no artigo 121 do Código Penal, que prevê reclusão de 12 a 30 anos por homicídio qualificado.

Já o delegado Flávio Grossi, responsável pelo caso, pediu o arquivamento do inquérito alegando que ele teria agido em legítima defesa. Pádua foi morto com três tiros na nuca, depois de lutar com Correa.

Após a audiência, a juíza sumariante do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte, Âmalin Aziz Sant'Ana, vai decidir se Gustavo vai a júri popular, se será absolvido ou se recebe condenação por homicídio culposo (sem a intenção de matar.