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Veja a evolução do uniforme da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo

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Esportes

Veja a evolução do uniforme da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo

Desde 1914 uniforme passa por modificações nas cores e conta com diversas inovações tecnológicas

Gustavo Fernando

Redação Folha Vitória

A primeira vez que a seleção brasileira entrou em campo foi em 21 de julho de 1914, contra os ingleses do Exeter City. Na ocasião, utilizou um uniforme branco, com detalhes em azul. Desde então, a roupa de jogo da equipe passou por uma grande evolução, com mudança de cores, estilo.

Dessa forma, o Brasil estreou na primeira Copa do mundo, realizada em 1930, no Uruguai, com camisa branca e calção azul. Só após a derrota para o Uruguai, na Copa disputada em casa, o uniforme tradicional foi aposentado.

No Mundial seguinte, disputado em 1954, na Suíça, o Brasil apresentou sua camisa amarela, consagrada até hoje. O gaúcho Aldyr Garcia Schlee venceu um concurso com seu modelo e a partir daí a camisa canarinho foi predominante como o uniforme um da seleção. 

                   A Seleção Brasileira venceu a partida final da Copa de 1958 com um uniforme azul

Em 1958, no primeiro título da Seleção Brasileira, o time utilizou durante toda a campanha a amarelinha, mas na final a taça foi conquistada como uniforme azul, já que a "dona da casa", a Suécia, também utilizava um uniforme amarelo. Com isso, um dia antes da finalíssima, o chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, comprou camisas azuis e motivou os atletas dizendo que a camisa era a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida. 

Na Copa de 1962, no Chile, quando o Brasil conquistou o bicampeonato, finalmente o capitão Mauro ergueu a taça utilizando a amarelinha. Em 1970, no tricampeonato na Copa do México, a seleção utilizou o modelo com a gola arredondada e sem as estrelas do bicampeonato. 

 Em 1970, no tricampeonato na Copa do México, a seleção utilizou o modelo com a gola arredondada

Em 1971, a fabricante de material esportivo Athleta fez o novo uniforme da seleção, já com três estrelas acima do escudo. Em 1977, a CBD, que depois virou CBF, assinou o primeiro contrato com uma empresa do ramo, a adidas, que passou a fazer as camisas. 

Na Copa da Espanha, em 1982, a principal mudança aconteceu no escudo da CBF, que ganhou o desenho da Taça Jules Rimet, após concurso na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. Em 1986, uma mudança importante foi o retorno da gola polo. Além disso, a marca da fornecedora de material esportivo apareceu na parte frontal do uniforme.

 Em 1994, na campanha do Tetra, a camisa ganhou três símbolos da CBF como grandes marcas d´água

Para a Copa dos Estados Unidos, em 1994, marcada pelo tetracampeonato da Seleção Brasileira, a camisa ganhou três símbolos da CBF como grandes marcas d'água. Naquele ano a fornecedora de material esportivo era a Umbro, que havia começado em 1991 e ficou até 1997, ano em que a Nike passou a desenvolver os uniformes da Seleção.

Para a Copa de 1998, na França, a empresa fez uma camisa simples, com uma listra grossa na manga acompanhada de duas finas. Quatro estrelas foram colocadas acima do escudo. Em 2002, o uniforme chamou a atenção ao apresentar vários desenhos e listras verdes. Além disso, a camisa do penta ficou marcada pela evoluções tecnológicas. 

              Em 2002, o uniforme chamou a atenção ao apresentar vários desenhos e listras verdes

Para a Copa de 2010, na África do Sul, a camisa manteve a simplicidade da Copa da Alemanha (2006), mas o segundo uniforme, todo azul, ganhou destaque ao exibir vários pontos amarelos. 

Na última Copa do Mundo, realizada no Brasil, a amarelinha ganhou gola em formato "V" e manteve a simplicidade. Porém, a inscrição Brasil, abaixo do escudo foi retirada. O modelo azul ganhou faixas horizontais em diferentes tons. 

Para 2018, na Copa da Rússia, o primeiro uniforme da Seleção é o mais vibrante das últimas duas décadas. Essa nuance vem dos meados de 1970, época do Tricampeonato Mundial. Na parte de trás da nuca, uma faixa vertical na gola traz, depois de 50 anos, o azul de volta à camisa principal.

                        A camisa para a Copa 2018 é mais vibrante das últimas duas décadas