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Em final, dueto misto do Brasil no nado sincronizado fica em sétimo no Mundial

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Esportes

Em final, dueto misto do Brasil no nado sincronizado fica em sétimo no Mundial

A medalha de ouro do dueto misto livre ficou com os russos Aleksnder Maltesev e Mikhaela Kalancha, com 92,6000 pontos

O nado sincronizado do Brasil encerrou neste sábado a sua participação no Mundial de Esportes Aquáticos, que está sendo realizado em Budapeste, na Hungria, com a sétima colocação na final do duelo misto livre. Com a apresentação de Romeu e Julieta, Renan Alcântara e Giovana Stephan somaram 80,0667 pontos e comemoraram o resultado.

"A gente nadou muito bem. Fizemos o que estávamos planejando, com uma nadada junta, mais sincronizada. A gente conseguiu sentir que a arquibancada gostou e isso nos anima. A gente se espelha muito nas coisas boas dos outros países, que servem de referência, como a Rússia, que lança tendência na modalidade. Nessas competições encontramos duetos mais fortes e por isso queremos melhorar também", disse Giovana Stephan.

O casal disputou também a prova do duelo misto técnico, em que ficaram com a mesma sétima colocação (79.0853 pontos). Renan Alcântara comentou os próximos passos da dupla, que planeja permanecer junta. "Nosso objetivo é sempre crescer e melhorar as notas. Estamos muito felizes com a apresentação, com a nota e por ter honrado o país.. Agora é voltar para o Brasil e treinar mais para o próximo. Podemos começar a buscar ser mais fortes e velozes. Os russos foram os que mais vieram incentivar a gente, o que foi muito bom. No próximo Mundial, em 2019, queremos buscar um sexto ou quinto lugar", afirmou.

A medalha de ouro do dueto misto livre ficou com os russos Aleksnder Maltesev e Mikhaela Kalancha, com 92,6000 pontos. Giorgio Minisini e Mariangela Perrupato, da Itália, com 91.1000, conquistaram a prata. Fechando o pódio, os norte-americanos Bill May e Kanako Spendlove somaram 88,7667 pontos.

"Foi uma boa estreia também nesta prova. O patamar inicial foi bom, mas agora temos que manter e buscar um trabalho de evolução. Recebemos críticas positivas do que apresentamos e hoje, no aquecimento, a técnica da Rússia nos deu parabéns pelo trabalho forte e pela coreografia apresentada por eles. Com uma dica dela, que calhou muito bem, Renan 'gritou' durante a competição, que agregou na nossa apresentação", analisou a técnica Glaucia Soutinho.

O Brasil ainda contou com Giovana Stephan e Maria Clara Lobo Coutinho nas apresentações de solo técnico e livre, respectivamente, depois de não ter representantes nesta prova nas duas últimas edições. No dueto feminino, Maria Clara e Luisa Borges, em uma nova formação, tiveram boas rotinas apresentadas e ficaram a poucos pontos de uma vaga na final.

"O saldo do Brasil na competição é positivo e sabemos que ainda temos que evoluir. O importante agora é ter como meta progredir nos resultados. No dueto feminino sempre queremos uma final, mas é um dueto novo e com cinco meses de treinamento, achei um bom resultado. Ter 8.1 e 8.2, quase 8.3, é um bom resultado para a primeira competição. Acredito que o crescimento das notas, nas próximas competições, que é necessário, vai acontecer naturalmente", comentou Maura Xavier, treinadora do Brasil.