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Casa Branca: Trump não considera demitir conselheiro que investiga caso Rússia

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Casa Branca: Trump não considera demitir conselheiro que investiga caso Rússia

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, afirmou durante coletiva de imprensa que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não considera demitir o conselheiro especial Robert Mueller, que investiga a suposta interferência da Rússia na eleição presidencial americana de 2016. De acordo com Sanders, a Casa Branca continuará a cooperar com as investigações de Mueller.

No fim de semana, Trump criticou o caso Rússia, após a imprensa americana noticiar que o ex-vice-diretor do FBI Andrew McCabe entregou memorandos à equipe de Mueller sobre seu período na Polícia Federal dos EUA. Parte do conteúdo dos memorandos coincide com documentos enviados pelo ex-diretor do FBI James Comey a Mueller. Comey foi demitido do cargo por Trump em maio do ano passado.

Durante a coletiva de imprensa diária da Casa Branca, Sanders também foi questionada sobre as relações entre Trump e o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Mais cedo, o Kremlin disse que o americano telefonou para Putin com a intenção de parabenizá-lo pelo quarto mandato à frente do país. Em um comunicado, o Kremlin disse que os dois presidentes falaram sobre a necessidade de coordenar esforços para limitar a corrida armamentista, além de uma cooperação mais estreita na estabilidade estratégica e no combate ao terrorismo.

Apesar de Sanders ter dito que a Casa Branca procura um relacionamento diplomático com o Kremlin, o senador republicano John McCain (Arizona) criticou Trump por parabenizar Putin pelo quarto mandato como presidente da Rússia. "Um presidente americano não pode liderar o Mundo Livre parabenizando ditadores por ganharem eleições falsas", disse McCain. Para ele, Trump "insultou os cidadãos russos que tiveram o direito de voto negado em uma eleição livre e justa para determinar o futuro do país".