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Doria defende seu decreto de seguranças pessoais para ex-prefeitos e familiares

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Doria defende seu decreto de seguranças pessoais para ex-prefeitos e familiares

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou nesta quarta-feira, 7, a defender, em Brasília, o decreto que prevê a disponibilização de seguranças pessoais para ex-prefeitos da capital paulista e familiares por até um ano após a saída do cargo e disse que a medida visa encorajar e proteger ações dos governantes.

"Quando se está no cargo público, tem de ter algumas atitudes de confronto, e facções ameaçam os agentes públicos, e em São Paulo não é diferente", afirmou, no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Michel Temer e outros prefeitos para tratar de Segurança Pública.

Doria exaltou ações conjuntas entre a Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado e disse que os governos prenderam 722 traficantes e que quase todos pertenciam ao Primeiro Comando da Capital (PCC). "Garantir ao gestor que ele terá por um ano acompanhamento .(...) garante ao gestor tomar atitudes para combater o crime", disse.

Ele destacou que possui segurança particular, mas que é preciso que os chefes do Executivo municipal contem com "inteligência policial". "Eu tenho minha proteção pessoal desde que sou empresário e não tenho problema para pagar isso", disse Doria, que reforçou que devolverá aos cofres públicos o que for gasto com ele em segurança.

"Para que não houvesse mais dúvidas e polêmicas, já anunciei que valor correspondente mês a mês com segurança será reembolsado por mim, assim como já fiz isso com meu salário", afirmou. Publicado no sábado, 3, o Decreto 58.117 garante a disponibilização de até quatro policiais militares (PMs) a ex-prefeitos e familiares. Com o decreto, Doria asseguraria a escolta mesmo durante eventual campanha para o governo de São Paulo. Se for concorrer, o prefeito de São Paulo tem de deixar a Prefeitura até 7 de abril.