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Maia: Segurança do Rio poderia receber até R$ 1,5 bi em recursos da reoneração

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Maia: Segurança do Rio poderia receber até R$ 1,5 bi em recursos da reoneração

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), disse nesta segunda-feira, 19, que a segurança do Estado do Rio de Janeiro poderia receber até R$ 1,5 bilhão em recursos provenientes da reoneração da folha de pagamentos. O projeto tramita no Congresso. Segundo Maia, a destinação de recursos para a segurança do Rio depende da edição de uma Medida Provisória que determinaria a vinculação de parte dos recursos obtidos. "Tem que ver se aprova o texto na Câmara com a medida provisória alocando os recursos", disse Maia, após debate com empresários do grupo Lide-Rio.

Segundo Maia, o presidente Michel Temer ligou para ele ontem para falar sobre o projeto de reoneração da folha de pagamento. Mais cedo, nesta segunda-feira, o presidente Michel Temer disse que destinaria entre R$ 600 e R$ 800 milhões para as ações da intervenção na segurança do Rio de Janeiro. Os valores serão liberados via medida provisória que deve ser editada ainda esta semana, possivelmente quarta-feira. Temer disse ainda que o Ministério Extraordinário da Segurança Pública deve receber um aporte de R$ 3 bilhões. O montante equivale à estimativa do interventor general Braga Netto sobre o déficit apenas das forças de segurança que atuam no Rio de Janeiro.

Maia reiterou que há necessidade de R$ 3 bilhões ao longo de 12 meses e que R$ 800 milhões serão insuficientes. Ele destacou que os contratos de manutenção de carro estão em atraso desde setembro de 2016 e no interior quem está fazendo manutenção de carro são os prefeitos.

O presidente da Câmara diz que o projeto original, desejado pela equipe econômica, enfrenta resistência na Casa. Apenas seis setores teriam desoneração, pelo texto original. "A reoneração tem dificuldades porque mexe com alguns setores que têm boa representação na Câmara. Mas com a vinculação do dinheiro para segurança fica mais fácil. Não dá para ser só os seis setores, porque não tem voto na Câmara, tem que ser baseado naquilo que a gente já estava negociando", completou.

Maia calcula que a economia para os cofres do governo não chegará aos R$ 10 bilhões desejados pela equipe econômica, mas alcançaria cerca de R$ 6 bilhões, sendo que R$ 1,5 bilhão seria destinado ao Rio de Janeiro.