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Caminhoneiros fazem protesto em frente a Ceasa e fecham duas entradas em Cariacica

Paralisação dos caminhoneiros

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Geral

Caminhoneiros fazem protesto em frente a Ceasa e fecham duas entradas em Cariacica

Eles bloquearam duas entradas do local e ninguém consegue entrar ou sair

Os manifestantes bloquearam as duas entradas da Ceasa

Por conta da paralisação dos caminhoneiros, desde a última segunda-feira (21), o abastecimento está prejudicado na Ceasa, em Cariacica. Na noite da última quarta-feira (23), eles começaram um protesto em frente ao local e fecharam as duas entradas do Centro de Abastecimento. Por conta disso, ninguém consegue entrar ou sair na manhã desta quinta-feira (24).

Mas não foi só a Ceasa prejudicada por conta da manifestação. Ela afetou as operações realizadas pelos Correios. Com isso, as entregas de produtos comprados online no Brasil ou fora do país podem atrasar. Em nota, a empresa anunciou a suspensão da postagem de encomendas com data marcada (os Sedex 10, 12 e Hoje) e um aumento de cinco dias úteis no prazo de entrega das outras modalidades, como de serviço internacional, Sedex e PAC.

De acordo com os Correios, as paralisações afetam especialmente os veículos usados para fazer as entregas por terra. A empresa conta com 25 mil deles, os principais afetados pelos protestos, e também com 1.500 linhas terrestres e 11 linhas aéreas.

O Aeroporto de Vitória não corre risco imediato de ficar sem combustível por conta da paralisação dos caminhoneiros. Na terça-feira (22), foi divulgado que o Aeroporto de Brasília corre o risco de ficar sem combustível por conta da paralisação dos caminhoneiros. A informação foi divulgada, por meio de nota, redigida pela Inframérica, que também administra o aeroporto de Natal.

A paralisação já deixa postos sem combustíveis e supermercados com abastecimento comprometido em várias regiões do país, mas por enquanto, no Espírito Santo, o abastecimento não está comprometido.

Segundo a assessoria da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), ainda não há uma avaliação sobre os impactos da greve, mas se o movimento dos caminhoneiros continuar nos próximos dias, inevitavelmente irá afetar a cadeia de abastecimento no Estado.