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Polícia Civil nega que tenha pedido exumação de corpo de filha de pastores

Morte irmãos carbonizados

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Polícia Civil nega que tenha pedido exumação de corpo de filha de pastores

A informação sobre o suposto pedido de exumação circulou em sites de notícias do Estado nesta segunda-feira (21), mas foi desmentida pela Sesp por meio de nota

Breno Ribeiro

Redação Folha Vitória

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp/ES) negou que a Polícia Civil do Estado (PCES) tenha solicitado pedido de exumação do corpo da filha dos pastores George Alves e Juliana Sales.

A informação sobre o suposto pedido de exumação circulou em sites de notícias do Espírito Santo durante esta segunda-feira (21), mas foi desmentida pela Sesp por meio de nota.

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A filha do casal morreu há dois anos, quando tinha três meses de idade. A criança faleceu por conta de um problema intestinal, conforme disse o pastor após coleta de material genético, realizada no dia 23 de abril, no Departamento Médico Legal (DML) de Vitória.

"Há cerca de pouco mais de um ano perdi uma filha por um problema intestinal. Se não fosse ele [Deus] eu não estaria aqui", comentou George, na ocasião.

Incêndio

George é pai e padrasto de Joaquim e Kauan Sales, respectivamente. Os meninos foram encontrados mortos após um incêndio ocorrido na casa onde moravam, no município de Linhares, no último dia 21 de abril. No momento do incêndio, apenas George e as crianças estavam em casa.

Após o incêndio, o pastor disse que disse que ficou com os pés e as mãos queimadas durante tentativa de resgate das crianças do incêndio. Ele também contou que estava dormindo no momento que o fogo começou e quando acordou viu tudo pela babá eletrônica.

Prisão

No dia 28 de abril, George Alves foi preso por estar atrapalhando as investigações da polícia sobre o caso. O juiz que determinou a prisão do pastor expediu uma liminar com base no resultado dos exames de perícia.

No último dia 17, o delegado da 16ª Delegacia Regional de Linhares André Costa disse ao Folha Vitória que a Polícia Civil trabalha com a linha de investigação de homicídio na morte dos irmãos e que pediu a prorrogação da prisão temporária do pastor.

O pedido de prorrogação foi aceito pela Justiça e George Alves segue detido no Centro de Triagem de Viana.