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Suíça lança ordem de captura internacional contra agressor da motosserra

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Suíça lança ordem de captura internacional contra agressor da motosserra

Dos cinco agredidos, um foi ferido com gravidade e, após ser operado no hospital, permanece em observação, mas não corre risco de morte.

A Suíça emitiu nesta terça-feira (25) uma ordem de captura internacional para tentar deter o homem que agrediu ontem, com uma motosserra, duas pessoas na cidade de Schaffhausen, no Norte do país e próxima da fronteira com a Alemanha, e seu paradeiro segue desconhecido. As informações são da Agência EFE.

O homem, de 51 anos, e cuja identidade é conhecida dos serviços de segurança, fugiu após o ataque e segue desaparecido, mesmo com o grande dispositivo de segurança acionado para sua captura.

O indivíduo está sendo procurado intensamente tanto pela polícia cantonal de Schaffhausen, como pelas dos cantões vizinhos de Zurique e Thurgovie.

Os agentes suíços contam com a ajuda da polícia alemã, devido à proximidade de Schaffhausen com a fronteira do país vizinho.

Esta vítima é um funcionário do plano de saúde privado CSS e, aparentemente, era o principal alvo do agressor, que era cliente da empresa, enquanto outro profissional da companhia foi ferido de forma leve e já deixou o hospital.

Outros dois clientes que se encontravam nos escritórios do CSS no momento da agressão sofreram choque pós-traumático, e uma quinta pessoa ficou ferida gravemente após a intervenção da polícia.

As forças de segurança divulgaram hoje pela manhã uma foto do agressor feita minutos antes de ele entrar nos escritórios da CSS, na qual é possível vê-lo portando uma grande bolsa de plástico, onde se supõe que estava a motosserra.

Após o ataque, o agressor fugiu com um carro, que pouco depois foi abandonado.

O homem já foi condenado duas vezes em 2014 e 2016 nos cantões de Berna e Lucerna, respectivamente, por violações da lei sobre armas.

O procurador que investiga o caso o definiu ontem como um "marginal" que vivia na floresta ultimamente.

A polícia suíça descartou ontem que a agressão tivesse qualquer relação com um ataque terrorista.