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Colatina completa 96 anos. No aniversário da cidade, conheça a história da Princesinha do Norte

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Colatina completa 96 anos. No aniversário da cidade, conheça a história da Princesinha do Norte

Nome da cidade foi uma homenagem do então desembargador Afonso Cláudio à Colatina de Azevedo Freire, paulistana da cidade de Campinas, que foi casada com José Carvalho Muniz Freire

A princesinha do norte, famosa pelo seu por-do-sol exuberante, a cidade de Colatina completa 96 anos nesta terça-feira (22). A data foi escolhida por conta da Lei n 1.413, publicada em 22 de agosto de 1964, que instituía as características da bandeira e do brasão oficial da cidade. No entanto, a criação do município se deu em 1921, quando a Vila de colatina foi oficialmente separada de Linhares.

O nome do município foi uma homenagem do então desembargador Afonso Cláudio à Colatina de Azevedo Freire, paulistana da cidade de Campinas, que foi casada com José Carvalho Muniz Freire, que mais tarde seria governador do Espírito santo por duas vezes. Colatina foi uma mulher que marcou presença na cultura capixaba e tem o seu lugar na Academia Feminina Espiritossantense de Letras (AFESL). Em Vitória, ela tocava e interpretava, ao piano, as composições mais famosas dos mestres da música. 

Antes de se tornar município, porém, os índios Botocudos dominaram a área de floresta do Rio Doce até São Mateus, por três séculos. Em 1857, houve a primeira tentativa de colonização, com o engenheiro Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite, que trouxe colonos portugueses, franceses e alemães para morar entre as barras dos rios São João e Pancas e chamou o local de Francilvânia, nome que alguns chamavam Transilvânia e que acreditam ser a origem do atual bairro São Silvano. Mas eles só ficaram três anos, pois as propriedades foram destruídas e as famílias massacradas pelos índios.

O bairro Colatina Velha é o berço da cidade de Colatina. A Vila se desenvolveu a partir de 1906 com a inauguração da Estação da Estrada de Ferro, e iniciada a comunicação direta com Vitória. O desenvolvimento econômico do local abalou Linhares e fez com que todo o comércio de grande parte de Minas Gerais e do Espírito Santo, que era feito em Linhares, passasse a ser feito em Colatina.

A partir daí surge um movimento em favor de Colatina, liderado pelo coronel Alexandre Calmon, "o Professor Xandoca", que transformou Colatina em sede do município, e não Linhares.

Com informações do site da Prefeitura Municipal de Colatina