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"Fenômeno é extremamente raro", diz oceanógrafo sobre ressacas no litoral do ES

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Geral

"Fenômeno é extremamente raro", diz oceanógrafo sobre ressacas no litoral do ES

As ondas chegaram a 4 metros em todo o litoral capixaba, no último domingo (13). No município de Anchieta, o avanço do mar também provocou destruição

As ressacas marítimas, com ondas que ultrapassam 3 metros de altura, estão causando vários estragos em cidades litorâneas do Espírito Santo. Parte da praia de Meaípe, em Guarapari, por exemplo, foi destruída. Depois de interditar a orla, a avenida Beira Mar também foi fechada. Na tarde da última segunda-feira (14), a prefeitura anunciou obras emergenciais para amenizar os estragos causados pelo avanço do mar. Os trabalhos só vão começar daqui a um mês.

Em entrevista ao programa Fala Manhã, da TV Vitória/Record TV, o oceanógrafo Bruno Berger explicou o motivo do mar ter avançado tanto. “O que está acontecendo é um evento de alta pressão no Hemisfério Sul. Uma massa de ar polar se soltou no sentido de anticiclone, que gira no sentido anti-horário, o que gerou toda essa pressão”.

Berger disse que este é um fenômeno raro, e que o último de mesma internsidade foi registrado há 17 anos. “Tivemos um fenômeno extremamente raro com um nível de pressão bem maior do que um já registrado. O último foi no ano 2000, segundo dados oficiais da Marinha”, disse. 

Assista a entrevista

Praia de Meaípe é interditada

Após a destruição do último fim de semana por conta da ressaca, em Meaípe, no município de Guarapari, a praia foi totalmente interditada.

O coordenador da Defesa Civil de Guarapari, Romildo Scalzer, disse que a praia já estava sendo monitorada. "É importante dizer que essa orla de Meaípe já vem sendo monitorada pela Defesa Civil há mais de dois anos, ou seja, há mais de dois anos, consequentemente, já vem acontecendo isso".