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Justiça determina saída de diretores do Hospital da Associação dos Funcionários Públicos do ES

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Justiça determina saída de diretores do Hospital da Associação dos Funcionários Públicos do ES

A decisão da juíza tomou por base uma assembleia realizada por associados, em junho deste ano

A Justiça determinou que os diretores do Hospital dos Funcionários Públicos do Estado deixem os cargos. A principal causa seria a má-administração do hospital. Além disso, a unidade apresentaria condições precárias e os funcionários estão com salários atrasados.

Os 21 diretores do Hospital dos Funcionários Públicos do Espírito Santo têm 24 horas para deixarem os cargos. O prazo foi dado, pela Justiça, em resposta à ação que questiona as condições financeira, administrativa e, principalmente, de funcionamento da unidade

Na decisão, a juíza da 1ª Vara Cível de Vitória dá prazo de 24 horas, para os 21 integrantes da diretoria entregarem os cargos ao grupo que representa os mais de 5 mil membros da Associação dos Funcionários Públicos do Estado. Trícia Navarro, ainda, estabelece multa diária de R$ 5 mil, a cada um dos diretores que não acatarem a determinação de deixar o hospital da associação, na Cidade Alta, na capital.

A decisão foi tomada com base em uma assembleia realizada por associados, em junho de 2017. Na ocasião, os participantes aprovaram a saída dos diretores, por conta da insatisfação com a situação financeira, administrativa e, principalmente, de funcionamento do hospital. “Isso perdura por anos. Há problema de falta de atendimento à população, no caso os associados, falta médicos e profissionais de saúde”, disse o advogado Alexandre Rossoni.

O advogado adianta que, agora, vai denunciar as condições do hospital ao Ministério Público e à Delegacia Regional do Trabalho e, também, ao Ministério Público Federal. “Vamos apurar as irregularidades apontadas na auditoria que vai ser feita”.

Nenhum dos diretores comentou a decisão judicial que, inclusive, cabe recurso. O Tribunal de Justiça informou que os membros destituídos da diretoria da associação dos funcionários públicos podem recorrer da decisão, mas, devem se manter fora dos cargos.