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Redução dos casos de violência LGBTT em Cachoeiro mobiliza Ciclo de Diálogos

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Geral

Redução dos casos de violência LGBTT em Cachoeiro mobiliza Ciclo de Diálogos

O projeto de criação de um banco de dados foi discutido no Ciclo de Diálogos, articulado pelo setor de Política de Gêneros da Secretaria de Desenvolvimento Social do município

As estratégias para redução de casos de violência contra a população LGBTT em Cachoeiro foram apresentadas durante o encontro do projeto Ciclo de Diálogos – Educando para a Diversidade, articulado pelo setor de Política de Gêneros da Secretaria de Desenvolvimento Social do município. Lançado em agosto deste ano, o projeto tem o intuito de refletir sobre direitos humanos, cidadania e respeito à diversidade.

Durante o encontro, que reuniu membros do Núcleo Pedra, entidade cachoeirense que atua na defesa desse público; da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes); e da Polícia Civil, foi analisada a criação de um banco de dados com crimes especificados como homofóbicos.

O coordenador do curso Gênero e Diversidade da Ufes, Toninho Lopes, destacou a importância da reunião para fortalecer a rede de atenção a esse público. “Essa é mais uma relevante iniciativa de Cachoeiro, que tem se notabilizado no Estado por estar desenvolvendo uma série de ações com foco na defesa dos direitos da comunidade LGBTT ”, frisa.

Segundo a coordenadora do setor de Política de Gêneros da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Anete Lacerda, um dos objetivos é empoderar o público através do conhecimento, da informação e da qualificação profissional. “Os LGBTTs precisam tomar decisões a partir das opções disponíveis, e não da falta de opção que muitas vezes empurra para as ruas, por exemplo, as transexuais e travestis”, ressalta.

O delegado Rômulo Carvalho Neto, da 7ª Delegacia Regional, disse que a instituição passou por um processo de desconstrução do machismo p para atender às demandas de crimes contra esse público.

“É preciso olhar para o grupo LGBTT com a devida atenção, para dar-lhe a garantia de ser ouvido e de que, portanto, não está sozinho e desamparado”, completou o juiz Rafael Dalvi Guedes Pinto.