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Cerca de 100 pessoas interditam Reta da Penha em protesto contra Reforma Trabalhista

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Cerca de 100 pessoas interditam Reta da Penha em protesto contra Reforma Trabalhista

Eles se reuniram na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) durante a tarde e por volta das 18h30 passaram a seguir pela Reta da Penha em direção à Terceira Ponte

Um grupo com cerca de cem pessoas promoveu uma manifestação contra a Reforma Trabalhista na noite desta sexta-feira (10) pelas ruas de Vitória. O trânsito seguiu lento nas principais avenidas da capital.

Os manifestantes ocuparam duas faixas da Reta da Penha. Eles se reuniram na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) durante a tarde e por volta das 18h30 passaram a seguir pela Reta da Penha em direção à Terceira Ponte.

Veja a situação do trânsito em tempo real!

Outros protestos

Manifestantes também realizaram protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência Social e o governo do presidente Michel Temer (PMDB), no centro do Rio, nesta noite de sexta-feira (10).

Organizado por entidades sindicais e da sociedade civil, o ato começou às 16h, ao redor da igreja da Candelária. Às 18h40 o grupo começou a ocupar a Avenida Rio Branco, por onde seguiria até a Cinelândia. Acompanhado por policiais militares, o ato seguia pacífico até as 18h50. 

Lideranças sindicais discursavam criticando Temer e as ditas reformas, que acusam de eliminar direitos dos trabalhadores. Políticos como o deputado federal Chico Alencar (PSOL) participam do ato.

Manifestantes protestaram na manhã desta sexta-feira (10), contra as mudanças propostas pelo governo na reforma trabalhista, em São Paulo. Sem confirmar o número, a Polícia Militar informou que diversas pessoas se reúnem na Praça da Sé, na região central da cidade, desde o início da manhã, assim como no terminal Varginha, na zona Sul. A previsão é de que o protesto da Sé se encaminhe para a Avenida Paulista.

As novas regras das relações trabalhistas no Brasil entram em vigor no sábado, dia 11 de novembro. Elas foram aprovadas pelo Congresso e sancionadas pelo presidente Michel Temer em 13 de julho.

Os protestos também foram convocados em Alagoas, Bahia, Brasília, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.