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Comunidade de Guaçuí busca certificação como Quilombola

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Comunidade de Guaçuí busca certificação como Quilombola

Com o documento, eles serão reconhecidos como descendentes afro brasileiros, e vão, além de ter novas oportunidades culturais, também resgatar a história e a cultura para o município

Uma comunidade localizada no Córrego Sossego, na zona rural de Guaçuí, está buscando a sua certificação como quilombola. Com o documento, os membros poderão ser reconhecidos como descendentes afro brasileiros, o que poderá trazer novas oportunidades culturais e de geração de renda, além do resgate histórico para o município.

Segundo a Secretaria de Agricultura de Guaçuí, a comunidade conta com aproximadamente 30 famílias que vivem da produção agrícola, como café e leite, principalmente. “A certificação como comunidade quilombola pode abrir caminhos para novas oportunidades, como a geração de renda para os moradores, além da questão turística e histórica, tão importante não só para a comunidade como para Guaçuí, pois conta a história da construção do nosso município”, destaca Kênia Resende Cardoso.

Os moradores do local se autodeclaram quilombolas e suas atividades valorizam as tradições de seus antepassados, como a tradicional festa religiosa de 13 de maio, Dia da Abolição da Escravatura. “É um grande evento que reúne pessoas de várias regiões e movimenta a comunidade”, afirma, destacando que as características também se acentuam na culinária, com a fabricação de produtos como a farinha de mandioca, açúcar mascavo, polvilho, entre outros.

Em busca da certificação da comunidade como quilombola, eles estiveram reunidos com coordenador estadual de Comunidades Quilombolas do Espírito Santo, Arilson Ventura. Os integrantes da comunidade já encaminharam toda a documentação à Fundação Palmares, para a abertura do processo de solicitação de certificação.