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‘Dezembro Laranja’ chama atenção para o câncer de pele em Cachoeiro

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Geral

‘Dezembro Laranja’ chama atenção para o câncer de pele em Cachoeiro

Somente o Hospital Evangélico do município, referência no diagnóstico e tratamento da doença no sul do Estado, recebe mensalmente uma média de 30 novos pacientes com algum tipo de câncer de pele

O mês de dezembro é laranja para a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), e é dedicado a chamar a atenção da sociedade para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de pele que, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente e corresponde a cerca de 25% de todos os tumores diagnosticados em todas as regiões geográficas.

A SBD desenvolve, desde 2014, a campanha do ‘Dezembro Laranja’, com o intuito de reforçar sobre a importância de prevenção e diagnóstico precoce. Com o slogan “Se exponha mas não se queime”, a campanha pretende conscientizar e educar as pessoas sobre os riscos do câncer da pele decorrentes da exposição excessiva ao sol sem proteção, lembrando que filtro solar não é o único cuidado contra a radiação ultravioleta.

O Hospital Evangélico de Cachoeiro (HECI) é referência no diagnóstico e tratamento de câncer em todo sul do Espírito Santo e recebe, todos os meses, em média 30 novos pacientes com algum tipo de câncer de pele. Este número, segundo o médico radio oncologista Bruno Resende, é preocupante uma vez que vivemos num país tropical, onde a incidência do câncer de pele é muito alta. “A prevenção do câncer de pele é o filtro solar. Todo mundo devia usar. Isso devia estar na prática corrente de todos os brasileiros”, comenta.

Atendimento

O setor de radioterapia do HECI possui tecnologia capaz de realizar atendimentos a pacientes com câncer de pele quando há indicação. “A indicação de radioterapia é feita naqueles pacientes cujas lesões são maiores ou/e em locais difíceis de serem operados”, explica o médico.

Quando há o risco ou suspeita de doença residual pós-ressecção ou em casos em que a intervenção cirúrgica poderia provocar uma deformidade muito grande, notadamente em regiões faciais como canto dos olhos, canto da boca, nariz e pavilhão auricular. Nestes casos não é realizada a ressecção e a irradiação é feita de forma exclusiva e curativa.