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Homem é preso por venda ilegal de remédios de uso controlado

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Polícia

Homem é preso por venda ilegal de remédios de uso controlado

Em seu escritório, localizado no Bairro Jardim Limoeiro, na Serra, a polícia encontrou cerca de oito caixas com antidepressivos e inibidores de apetite

Um homem acusado da venda ilegal de medicamentos de uso controlado foi preso na tarde desta terça-feira (06), no bairro São Diogo, na Serra. Nickolas Rhomero Simis foi detido em flagrante.Para facilitar a venda dos remédios, o homem montava kits e vendia pela internet, para todo o Brasil, com preços abaixo do mercado, no valor mínimo de R$ 50.

Em seu escritório, localizado no Bairro Jardim Limoeiro, também na Serra, a polícia encontrou cerca de oito caixas repletas de antidepressivos e inibidores de apetite. 

A prisão, realizada pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes da Serra, aconteceu após o recebimento de uma denúncia anônima. Segundo o delegado titular do Deten, Alberto Roque Peres, as investigações apontam que, de janeiro de 2017 até agora, o suspeito teve uma considerável evolução patrimonial. Além disso, há indícios de que ele faturava cerca de R$ 20 mil por mês com o comércio ilegal. 

Essa é a segunda vez que Nickolas Rhomero Simis é preso pelo mesmo crime. Na primeira ocasião ele ficou detido por 37 dias. Segundo a polícia, o próximo passo é aprofundar as investigações e descobrir como o acusado tinha acesso a todos os remédios, já que para a compra dos medicamentos é obrigatório a apresentação de receita médica. 

Interceptação

A polícia também conseguiu interceptar 30 postagens que Kicholas havia feito recentemente. Os medicamentos, que seriam encaminhados pelos Correios, seriam entregues em São Paulo e no Rio de Janeiro. "Todos os compradores vão ser ouvidos pela polícia e podem ser indiciados pelo crime de receptação culposa ou até dolosa, com pena de até três anos de prisão", ressalta o delegado. 

Já Nicholas pode pegar de 10 a 15 anos de prisão pelo crime de falsificação, adulteração e alteração de medicamentos. Ele ainda deve responder por corrupção de menores, uma vez que contratava adolescentes para postas as mercadorias nos Correios.