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Suspeito de arrombar banco em VV diz que precisava de dinheiro e manda beijo para a mãe

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Polícia

Suspeito de arrombar banco em VV diz que precisava de dinheiro e manda beijo para a mãe

Ele falou que precisa comer, se vestir e que, além disso, é cego de um olho

O homem suspeito de arrombar uma agência bancária em Itapoã, Vila Velha, confessou o crime. Dionizio Figueiredo Santana Filho, de 40 anos, disse que precisava de dinheiro e contou como tudo aconteceu. O arrombamento aconteceu na madrugada desta segunda-feira (26).

"Eu estou precisando de dinheiro, sou cego desse olho aqui [o direito]. Coloquei gasolina nos negócios, no pano, ai coloquei fogo para explodir", contou o suspeito.

Ele chegou em uma bicicleta, tomou cuidado de estacionar e prender o veículo com um cadeado. Com a botija ele quebrou a porta de vidro do banco, colocou a botija em frente a um caixa eletrônico, abriu para provocar um vazamento de gás, amarrou o tecido, passou gasolina e saiu. Do lado de fora ateou fogo no tecido. A intenção era que essa botija explodisse e assim o caixa eletrônico abrisse. "Não deu certo. Pegou fogo, ela [a botija] subiu e a polícia apareceu", disse.

O barulho da porta quebrando chamou a atenção dos moradores que ligaram para a polícia. Um vigilante da empresa que presta serviços de monitoramento eletrônico para o banco também percebeu a ação e acionou o Ciodes. Dionizio foi preso no mesmo quarteirão da agência bancária. Com a botija utilizada, ele foi levado para a Delegacia Regional de Vila Velha. "Eu estou precisando, porque eu como, eu bebo, eu visto. Já fui preso outras vezes", alegou.

De acordo com a polícia, com o suspeito havia uma mochila contendo uma faca e uma pistola falsa. Dionizio foi autuado por furto e na manhã desta segunda-feira foi levado para o Centro de Triagem de Viana. Antes de seguir, ele ainda pediu para mandar um recado. "Mandar um abraço para a minha mãe e agora ir para lá, no presídio", disse o suspeito. 

Já na agência bancária, os clientes chegavam a todo momento. Mesmo com os estilhaços de vidro e restos de tecidos usados pelo suspeito espalhados, o local não foi isolado.