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"Caso Nardoni não é mais grave que esse", compara chefe da Polícia Civil do ES

Morte irmãos carbonizados

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Polícia

"Caso Nardoni não é mais grave que esse", compara chefe da Polícia Civil do ES

A afirmação foi feita durante entrevista ao programa Balanço Geral da TV Vitória/Record logo após a coletiva de imprensa que elucidou os assassinatos

Marcela Cota

Redação Folha Vitória

O chefe da Polícia Civil do Espírito Santo, Guilherme Daré, comparou a tragédia com os irmãos mortos em Linhares ao caso da menina Isabella Nardoni, durante entrevista ao programa Balanço Geral/TV Vitória/Record, nesta quarta-feira (23).

'O caso Nardoni, que teve repercussão internacional, não é mais grave que esse". Guilherme Daré, chefe da Polícia Civil do Espírito Santo.

Isabella Nardoni, de 5 anos, foi asfixiada, espancada e jogada do sexto andar de um edifício, em São Paulo, na noite do dia 29 de março de 2008. O caso gerou grande repercussão. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da criança, foram condenados por homicídio doloso qualificado. 

O assassinato dos irmãos Joaquim Alves Sales, de 3 anos, e Kauan Sales Butkovsky, de 6, em Linhares, também choca o Espírito Santo. Na manhã desta quarta-feira (23), depois de mais de 30 dias de investigação, a força-tarefa apresentou detalhes do inquérito e confirmou que o pai e padastro, Georgeval Alves abusou sexualmente, agrediu e ateou fogo no próprio filho e no enteado.