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George Alves afirma que sofreu abuso sexual na infância e não conheceu a mãe

Morte irmãos carbonizados

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Polícia

George Alves afirma que sofreu abuso sexual na infância e não conheceu a mãe

Ele prestou depoimento na tarde desta sexta-feira (25) na CPI dos maus tratos em Vitória

Em um depoimento de pouco mais de uma hora, George Alves, 36 anos, foi ouvido na tarde desta sexta-feira (25) na CPI dos Maus Tratos, em Vitória. Dentre as poucas falas do ex-cabeleireiro, ele revelou que foi abusado sexualmente na infância e que foi criado pelo pai e pelos avós.

George é apontado pela Polícia Civil como responsável por abusar sexualmente, agredir e atear fogo nos irmãos Joaquim Alves Sales, de 3 anos, e Kauã Sales Butkovsky, de 6, filho e enteado, respectivamente, em Linhares, no dia 21 de abril.

Leia também: "Choro todos os dias pela morte dos meus filhos", diz George Alves em CPI dos Maus Tratos

No início da oitiva, o senador Magno Malta questionou George sobre a família e o depoente revelou que não chegou a conhecer a mãe. Malta, então, quis saber por quem o ex-cabeleireiro foi criado e a presença dele na igreja. "Fui criado pelo meu pai, meus avós e minhas tias. Minha avó era evangélica", afirmou.

George também afirmou que foi abusado sexualmente quando criança, mas que não carrega o trauma do que aconteceu. "É mentira que foi encontrado meu esperma nas crianças. Eu não fiz isso, não matei meus filhos. Sou inocente", disse.

Sobre o passado, George também confirmou que chegou a usar drogas, mas não quis responder quais. O senador insistiu, mas deixou claro que ele estava no direito de não falar.

CPI dos Maus Tratos

O primeiro depoimento do dia na CPI dos Maus Tratos foi do ex-servidor da Prefeitura de Vitória, Diniz Horácio da Silva, preso em flagrante por abusar de uma menina de 12 anos. Ele disse que conheceu a vítima há pouco tempo e ela teria se apresentado como maior de idade. "Eu conheci [a vítima] há pouco tempo e acredito que foi uma armação política, por eu ser candidato a vereador". Leia a matéria

Ademir Lucio Ferreira, acusado de sequestrar, estuprar e matar a menina Thayná Andressa de Jesus, também foi ouvido na CPI. Durante o depoimento, ele confessou pela primeira vez que estuprou uma menina de 11 anos. O caso foi três dias antes da morte de Thayná. Saiba como foi!