• Velocidade do vento

  • Previsão de chuva

  • Nascer do sol

  • Por do sol

Umidade relativa do ar: Índice de raios UV:

Namorada fica de recuperação e aluno provoca quebradeira em escola na Serra

  • COMPARTILHE
Polícia

Namorada fica de recuperação e aluno provoca quebradeira em escola na Serra

O jovem, identificado como Geovani de Silva Sepulcro, foi autuado por dano ao patrimônio, ameaça e resistência. Ele foi encaminhado ao Centro de Triagem de Viana

Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio de Vila Nova de Colares, na Serra

Inconformado com uma nota baixa recebida pela namorada, um aluno provocou uma quebradeira na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio de Vila Nova de Colares, na Serra. A confusão, ocorrida nesta quinta-feira (10), foi iniciada por Geovani de Silva Sepulcro, de 20 anos. O jovem foi autuado por dano ao patrimônio, ameaça e resistência.

Em um vídeo, registrado por uma câmera de monitoramento, é possível ver alunos agitados. Vasos com plantas foram danificados, vidros quebrados e livros espalhados. A namorada de Geovani teria ficado de recuperação após perder uma prova. Segundo ele, ela não teve condições de comparecer na data.

O rapaz acredita que era direito da namorada dele a reposição da prova perdida. Mas admite que se excedeu. "Eu fui questionar o meu direito. O que eles fizeram? Eles pegaram e não queriam deixar eu fazer o meu direito. Simplesmente eu peguei, estava nervoso na hora, quebrei duas plantas e o policial chegou lá me agredindo", disse.

Em depoimento, o diretor da escola contou que Geovani tentou agredir a professora que teria deixado a namorada dele de recuperação. Ele teria tentado jogar pedaços dos vasos nela. O diretor interviu na situação e foi ameaçado e agredido verbalmente pelo aluno.

Os alunos do turno da noite foram liberados das aulas. Na confusão Geovani acabou se machucando. Ele recebeu atendimento médico no hospital Jayme dos Santos Neves e depois foi encaminhado para a Delegacia Regional da Serra.

Na manhã desta sexta feira (11), não teve aula na escola. A reportagem tentou falar com funcionários mas não teve as ligações atendidas. A informação era de que eles estavam em reunião e não poderiam ser interrompidos.

Já a caminho do Centro de Triagem de Viana, Geovani falou que acredita que somente lutou pelos direitos dele. Mas se pudesse voltar atrás, faria diferente. "Assim não. Eu tomaria uma totalmente diferente, mas faria o que fosse necessário".