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Pelo menos 35 agências bancárias foram alvo da ação de criminosos no Espírito Santo em 2020

Polícia

Pelo menos 35 agências bancárias foram alvo da ação de criminosos no Espírito Santo em 2020

A maioria teria sido cometido por usuários de drogas que buscam objetos que possam ser revendidos

Foto: Reprodução TV Vitória

Os números de furtos em agências bancárias foram divulgados pela Polícia Federal (PF) e pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Espírito Santo  (Sesp). Apenas neste ano, 35 agências foram alvos de criminosos no estado.  

Os delitos em bancos particulares são investigados pela Polícia Civil. Já os crimes cometidos em agências da Caixa Econômica Federal, uma instituição pública, são investigados pela Polícia Federal.

Em agências da Caixa, segundo o delegado Lorenzo Fontes, aconteceram 14 furtos. O número representa um aumento expressivo se comparado com o mesmo período do ano passado, quando a PF registrou apenas um caso. "Como as investigações estão em andamento, não temos um motivo concreto. Acreditamos que, além da crise econômica, houve mudanças nas agências por conta da pandemia, que podem ter relação com esse número", explicou.

De acordo com o delegado, dos 14 registros realizados em 2020, 13 foram de equipamentos e de estruturas como portões e somente um furto foi de dinheiro. Segundo a PF, o assalto aconteceu em maio em uma agência de Cobilândia, em Vila Velha. Na ocasião, homens invadiram o local durante uma madrugada e levaram o dinheiro do cofre.

Segundo dados da Sesp, 21 agências de instituições privadas foram alvos de criminosos esse ano no Espírito Santo, a maioria teria sido cometido por usuários de drogas. 

Para o delegado da Polícia Civil André Landeira, o objetivo dos criminosos não é levar o dinheiro, mas os objetos do banco, móveis e estruturas que possam ser revendidas e ter algum valor. "Infelizmente, a lei não é muito aplicada em relação a esses crimes. Os suspeitos são presos, levados para a delegacia e autuado. Quando vão para audiência de custódio, como não tem violência, acabam solto e não são mais encontrados", explicou. 

*Com informações da repórter Milena Martins, da TV Vitória/Record TV.