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'Eu parei de me mexer e acharam que eu estava morta', diz mulher apedrejada pelo ex

Polícia

'Eu parei de me mexer e acharam que eu estava morta', diz mulher apedrejada pelo ex

Depois de receber alta, a mulher, que tem 37 anos, não teve coragem de voltar para casa. Com medo, ela se recupera na casa de amigos

Foto: Fernanda Batista / TV Vitória

A mulher que foi apedrejada pelo ex-companheiro no bairro Ataíde, em Vila Velha, recebeu alta. Ainda com os ferimentos espalhados pelo corpo, ela contou que o sofrimento maior é pela perda da cunhada, morta na mesma ocasião. Segundo a vítima, ela teve que se fingir de morta para que o suspeito parasse de agredi-la com uma pedra. 

"A minha revolta é essa. Meu ódio não é nem o que fizeram comigo. É o que fizeram com ela", contou a a auxiliar de serviços gerais. As duas moravam juntas. No último domingo (3), dois homens invadiram a casa e mataram Wanessa Castilho com golpes de faca. A auxiliar de serviços gerais conseguiu fugir da casa, mas acabou alcançada e apedrejada. 

Para tentar cessar as agressões, a vítima disse que precisou se fingir de morta. "Ele me deu uma rasteira e depois começaram a me dar pedrada. Foram jogando pedra, pedra. E eu percebi que enquanto eu me mexia, eles estavam me dando pedrada. E aí eu parei de me mexer e eles acharam que eu estava morta e foram embora", relatou. 

Depois de receber alta, a mulher, que tem 37 anos, não teve coragem de voltar para casa. Com medo, ela se recupera na casa de amigos. "Não dá para voltar para lá, porque eu fiquei sabendo que ele está armado e está falando que já que começou, vai ter que terminar. Que vai pegar o resto da família", lamenta. 

A equipe de reportagem da TV Vitória entrou em contato com a Polícia Civil para saber se algum suspeito já havia sido localizado, mas até o momento não obteve resposta.