• Velocidade do vento

  • Previsão de chuva

  • Nascer do sol

  • Por do sol

Umidade relativa do ar: Índice de raios UV:

Bombeiro agride e raspa o cabelo de filha após ver vídeo; agressor tem histórico violento

Polícia

Bombeiro agride e raspa o cabelo de filha após ver vídeo; agressor tem histórico violento

Dois inquéritos foram instaurados, sendo um para apurar as lesões e injúrias à menor, e outro, inicialmente, para apurar disparo de arma de fogo

Foto: Reprodução/ Record TV

Adolescente de 14 anos foi agredida e teve os cabelos longos raspados pelo próprio pai, um sargento do Corpo de Bombeiros, após ele ver um vídeo em que ela aparece bebendo e fumando cigarro com os amigos. O caso foi registrado na 30ª Delegacia Civil na última quinta-feira (12).

De acordo com o relato da vítima, o pai estava embriagado quando a atacou. "Ele veio para a sala já de mão fechada e começou a socar essa parte do meu corpo aqui. Aí, fiquei falando para ele parar porque estava doendo. Ele falou para eu calar a boca", afirmou.

Ainda segundo a jovem, ela foi xingada pelo pai e, em seguida, teve o cabelo cortado com uma máquina. A mãe da vítima, Amanda Soares, disse que o ex-marido confessou as agressões. "É muito difícil ver um filho nosso desse jeito. E ele ainda disse que fez e faria novamente, porque não se arrepende. Ele falou isso na frente do delegado".

A mãe afirmou que essa não foi a primeira vez que o bombeiro foi violento com alguém da família. "Foram quase 14 anos de casamento sofrido, humilhação, maus-tratos, agressões físicas e verbais, além de traições. Ele já foi preso, já me ameaçou, já deu tiro em mim e no meu companheiro", disse ao se referir a uma tentativa de invasão à residência dela ocorrida em janeiro deste ano.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil. Dois inquéritos foram instaurados, sendo um para apurar as lesões e injúrias à menor, e outro, inicialmente, para apurar disparo de arma de fogo. O Corpo de Bombeiros instaurou um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta do militar. A Corregedoria Interna da corporação também determinou a suspensão do porte de arma do sargento.