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Rebelião em centro de detenção em SP não deixou feridos graves, diz secretaria

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Polícia

Rebelião em centro de detenção em SP não deixou feridos graves, diz secretaria

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária, os presos que tiveram ferimentos foram atendidos por médicos na própria enfermaria da unidade

A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo informou no início da noite desta segunda-feira (24) que a rebelião no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, conhecido como Cadeião de Pinheiros, na zona oeste da capital, não teve reféns e não deixou feridos graves.

De acordo com a pasta, os presos que tiveram ferimentos foram atendidos por médicos na própria enfermaria da unidade, sem a necessidade de remoção. O Grupo de Intervenção Rápida (GIR) da secretaria, uma espécie de tropa de choque que entra em ação em rebeliões, permanece no centro de detenção.

A rebelião começou na manhã desta segunda-feira. Os detentos atearam fogo em colchões, roupas de cama, entre outros objetos inflamáveis. Eles também abriram um buraco entre os pavilhões 1 e 4. “Até o momento não foi informado o motivo [da rebelião], que será objeto de apuração”, disse a secretaria em nota.

A pasta informou ainda que hoje haveria a inclusão de 13 presos oriundos de delegacias de polícia no presídio, “porém, devido à manifestação já estar ocorrendo, eles foram remanejados para outras unidades prisionais”.

Segundo a secretaria, o centro de detenção estava operando “dentro dos padrões de segurança e disciplina”. No entanto, a SAP informa, em seu site, que a capacidade do CDP é de 521 presos, mas são mantidos 1.383 detentos no local.