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Vigilante é morto a tiros enquanto seguia para o trabalho na Serra

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Polícia

Vigilante é morto a tiros enquanto seguia para o trabalho na Serra

Amigos de Claudiano Meireles Serra, de 30 anos, disseram que ele havia sofrido uma ameaça dias antes, ao impedir rapaz de entrar com drogas em um evento

Um vigilante de 30 anos foi morto a tiros na noite de segunda-feira (25), no Bairro das Laranjeiras, região de Jacaraípe, na Serra. Claudiano Meireles Serra, de 30 anos, estava de bicicleta, seguindo para o trabalho, quando foi surpreendido por uma dupla de moto.

O crime aconteceu por volta das 19h, momento em que a movimentação de pessoas na região era grande. Segundo testemunhas, os suspeitos se aproximaram da vítima, chegaram a falar alguma coisa com ela e um deles atirou. O vigilante foi atingido por quatro tiros e morreu na hora.

Uma dona de casa conta que ouviu o barulho dos tiros e ficou sem reação. "O susto foi tão grande que eu imaginei que fosse duas motos. Demorei a entender que aquilo era um tiro. Não estou acostumada com isso", contou.

De acordo com os amigos, Claudiano havia sofrido uma ameaça há cerca de dez dias, quando impediu um jovem de entrar com droga em uma festa na região. Apesar da ameça, o crime surpreendeu os moradores do bairro e amigos da vítima.

"Foi uma amiga que entrou em contato, informando que tinha um vigilante que tinha sido morto em Jacaraípe, às 18h40. Ele estava de bicicleta, uniformizado e, pelas características que ela falou, bateu com as dele. Foi quando eu tentei entrar em contato com ele e não consegui. Aí entrei em contato com a namorada dele e a mesma tentou entrar em contato e não conseguiu. Depois foi até o local e viu que era o próprio", contou uma amiga do vigilante, que preferiu não se identificar.

Ainda segundo a amiga, Claudiano trabalhava como vigilante em uma empresa e, nos dias de folga, atuava como segurança particular em alguns eventos. De acordo com familiares, o corpo de Claudiano será enterrado no estado do Maranhão, onde a família dele vive.

A Polícia Civil informou, por meio de nota, que o caso está sendo investigado. Nenhum suspeito foi detido até o momento. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar o trabalho da polícia deve entrar em contato com o disque-denúncia, pelo telefone 181. Não é preciso se identificar.