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Caso Milena Gottardi: advogado vai protocolar pedido de soltura de acusado nesta terça

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Polícia

Caso Milena Gottardi: advogado vai protocolar pedido de soltura de acusado nesta terça

O pedido e Habeas Corpus de Bruno Rodrigues Broetto será protocolado na tarde desta terça-feira

O advogado Leonardo de Rocha de Souza, responsável pela defesa de dois acusados de envolvimento no assassinato da médica Milena Gottardi, vai protocolar um pedido de alvará de soltura para Bruno Rodrigues Broetto nesta terça-feira. O pedido deve ser registrado às 14 horas.

Bruno é acusado de roubar a moto usada na crime e, segundo o advogado, a linha de defesa é mostrar que ele não tem envolvimento direto no crime.

"O caminho normal é investigar, que é o que estão fazendo. Eventualmente, processar, depois julgar, e aí absolver ou condenar. Se for condenado, aí sim pode ser preso. Antes disso, é antecipar uma pena que a gente nem sabe se vai vir ou não", argumenta a defesa.

Leonardo também é responsável pela defesa de Dionathas Alves Vieira, acusado de ser o executor de Milena e assumiu a defesa de Bruno no último dia 25. Segundo ele, ainda não há previsão para um novo depoimento de Dionathas. 

Condenação

No último domingo (1), centenas de pessoas participaram de uma passeata em homenagem a médica, na Praia de Camburi, em Vitória. O secretário de Segurança Pública, André Garcia, também participou do ato e afirmou que o Estado está trabalhando para que todos sejam condenados. 

Em breve conversa ao jornal online Folha Vitória, Garcia afirmou ainda que o ex-marido de Milena, Hilário Antônio Fiorotti Frasson, acusado de ser um dos mandantes do crime, poderá ser exonerado do cargo de investigador da Polícia Civil, caso seja comprovada sua participação. No entanto, é uma decisão compete à Justiça. 

Segundo as investigações da Polícia Civil, seis pessoas participaram do assassinato, sendo Hilário e o pai, Esperidião Carlos Frasson, de 71 anos, apontados como os mandantes. Além deles, o lavrador Valcir da Silva Dais e Hermenegildo foram apontados como intermediadores. Dionathas Alves Vieira aparece como executor e Bruno Broetto, responsável por roubar a moto.