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Homem preso por morte de coronel foi ameaçado por criminosos

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Polícia

Homem preso por morte de coronel foi ameaçado por criminosos

Richard foi preso nesta segunda, durante operação da PM no Complexo do Lins. Sua moto também foi apreendida. O mototáxista foi solto após prestar depoimento da DH (delegacia de Homicídios), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio

Na noite desta segunda-feira (30), a Polícia Militar anunciou que um dos suspeitos de participar da morte do coronel Luiz Gustavo Lima Teixeira havia preso. Poucas horas depois, após ser ouvido, Richard Soares Faustino, de 24 anos, foi liberado. O mototáxista foi preso por engano.

No dia do crime, Richard esteve na Delegacia do Méier (26ª DP), onde registrou queixa. Segundo o mototáxista, um homem o ameaçou com uma arma e exigiu que ele o levasse até o Complexo do Lins, zona norte do Rio. O criminoso subiu na garupa da moto e os dois seguiram pela contramão da via. A fuga foi registrada e as imagens divulgadas horas após a morte do coronel.

Richard foi preso nesta segunda, durante operação da PM no Complexo do Lins. Sua moto também foi apreendida. O mototáxista foi solto após prestar depoimento da DH (delegacia de Homicídios), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

O comandante do 3º BPM foi morto na última quinta, com um tiro de fuzil, quando tentava impedir um arrastão na rua Lins de Vasconcelos, próximo ao Complexo de Favelas. O carro em que o oficial estava foi atingido por 17 disparos. Além do coronel, também estava no veículo o cabo Nei Filho, que foi baleado na perna.

Desde então, a Polícia Militar realiza operações diárias no Complexo do Lins. Em seis dias de operações, 15 pessoas foram presas, um menor apreendido e mais de 40 kg de drogas recolhidas. Os agentes também encontraram três motos roubadas e 1,5 tonelada de farinha de trigo, furto de roubo de carga.

Polícia Civil procura suspeitos

A Polícia Civil fez, na manhã desta terça-feira (31), uma grande operação com todos as Divisões de Homicídios do Estado, para tentar localizar os criminosos envolvidos na morte do coronel Teixeira.

A ação contou com 80 agentes, em 15 viaturas, com o apoio de três delegados. O foco da operação é a região onde o comandante do Batalhão do Méier foi assassinado, depois de um arrastão na Rua Lins de Vasconcelos, com Rua Hermengarda, zona norte da cidade.

* Com informações de Jaqueline Suarez, estagiária do R7 Rio.