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Megaoperação das Forças de Segurança tem 20 suspeitos presos

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Polícia

Megaoperação das Forças de Segurança tem 20 suspeitos presos

Ao todo, 20 pessoas foram presas, seis veículos roubados recuperados, apreensão de quatro pistolas, um revólver, uma granada, nove carregadores, além de uma grande quantidade de drogas, ainda não contabilizadas

A Secretaria de Segurança do Estado do Rio deflagrou durante a madrugada desta sexta-feira (27) uma megaoperação em várias comunidades na região central da cidade. A ação conta com mais de 2.500 homens das Polícias Civil, Militar Federal e das Forças Armadas.

Em entrevista coletiva no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), o subsecretario de Segurança do Rio anunciou os resultados da ação. Ao todo, 20 pessoas foram presas, seis veículos roubados recuperados, apreensão de quatro pistolas, um revólver, uma granada, nove carregadores, além de uma grande quantidade de drogas, ainda não contabilizadas.

A operação começou por volta das 3h30, nos morros do Querosene, Zinco, Mineira e São Carlos. Há bloqueios nas vias de acesso às comunidades, na região do Rio Comprido, Estácio e Catumbi. Segundo a Secretaria de Segurança, o espaço aéreo no centro do Rio está controlado, porém não há interferência no funcionamento dos aeroportos.

O Disque Denúncia divulgou fotos de quatro criminosos procurados na região: Léo Empada, 2G, Limão da 40 e Léo Serrote. De acordo com o Portal, esta é mais uma ação do Plano Nacional de Segurança Pública, que prevê ações integradas das Forças de Segurança para combater organizações criminosas que atuam no Rio.

Carros e pedestres que deixam a região são revistados por homens do Exército. Na rua Aristides Lobo, no Rio Comprido, foram montadas três barreiras das Forças armadas. Por volta das 7h, havia uma longa fila de caminhões e veículos blindados no bairro. Segundo moradores, pelo menos dois helicópteros sobrevoam a área.

O COR (Centro de Operações do Rio) recomenda que motoristas e pedestres evitem a região devido ao risco de confrontos. Tiros chegaram a ser ouvidos na chegada dos militares, mas não há registro de novos conflitos.

O Disque-Denúncia pede que a população denuncie possíveis esconderijos de armas, cargas roubadas, pontos de vendas de drogas, veículos roubados e localização de criminosos.

Com informações de Jaqueline Suarez, estagiária do R7 Rio