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Acusada de atear fogo em caminhoneiro confessa crime, mas é liberada pela polícia

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Polícia

Acusada de atear fogo em caminhoneiro confessa crime, mas é liberada pela polícia

Segundo a Polícia Civil, mesmo confessando o crime, a mulher não estava em situação de flagrante e por isso foi liberada

A mulher acusada de atear fogo no caminhoneiro Paulo Lorenzoni da Silva, de 49 anos, se entregou à polícia. O crime aconteceu após uma discussão, em outubro deste ano, no bairro Vila Independência, em Cariacica.

A Polícia Civil informou que ela se apresentou na Delegacia de Crimes Contra a Vida do município, confessou o crime, mas por não ser flagrante, foi liberada. O caso ainda segue sob investigação, segundo a polícia.

De acordo com testemunhas, a suspeita teria usado uma garrafa plástica com álcool para queimar o vizinho. Ainda segundo testemunhas, o caminhoneiro teve cerca de 20% do corpo queimado.

Morte e protesto

Após sete dias internado em um Hospital na Serra, o caminhoneiro não resistiu aos ferimentos e morreu. Por conta disso, um protesto foi realizado na manhã desta segunda-feira (20) e interditou completamente a BR 101, próximo ao viaduto da Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa), no Cruzamento com a BR 262, em Cariacica. 

A manifestação começou por volta de 07h40 e às 09h50, o trânsito foi liberado, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Amigos e familiares de Paulo ficaram concentrados em frente a uma loja de pneus, na BR 262, entre Vila Capixaba e Vila Independência.