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Caso Milena Gottardi: suspeito de atirar em médica vai confessar crime

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Polícia

Caso Milena Gottardi: suspeito de atirar em médica vai confessar crime

No primeiro mês das investigações do caso, seis suspeitos foram presos pela morte da médica

O suspeito de atirar na médica Milena Gottardi no dia 14 de setembro, quando ela saía de um plantão no Hospital Universitário, em Vitória, confessará à Justiça que foi ele quem efetuou o disparo que matou Milena. 

O advogado de Dhionatas Alves Vieira, Leonardo Rocha de Souza, disse que o cliente está profundamente arrependido, e o mínimo que ele pode fazer é confessar e colaborar com a justiça.

Relembre o caso

A médica foi baleada no último dia 14, ao sair do plantão no Hospital das Clínicas (Hucam), em Vitória. No dia do crime, ela estava acompanhada por uma colega de trabalho, que pegava carona. Milena foi atingida por um disparo na cabeça, e a colega conseguiu escapar. O caso ganhou repercussão e a investigação seguiu sob sigilo. 

Milena foi socorrida, mas teve morte cerebral no dia seguinte. De acordo com investigações das polícias Civil e Militar, seis pessoas participaram do crime, dentre elas o ex-marido de Milena, Hilário Frasson, e o pai dele, Esperidião Carlos Frasson.

Hilário manda homem entrar em apartamento

Acusado de ser um dos mandantes da morte da ex-esposa, a médica Milena Gottardi, o policial civil Hilário Frasson conseguiu solicitar de dentro da prisão que uma pessoa fosse até o apartamento de Milena para pegar alguns documentos.

A visita ao apartamento foi solicitada pelo próprio Hilário, no dia 23 de outubro, a um homem que foi visitá-lo na Delegacia de Novo México, onde o policial estava detido antes de ser transferido para o presídio de Viana. Dias depois da visita, o indivíduo foi ao prédio onde Milena morava, mas não conseguiu entrar.

Alegando ser eletricista, o homem solicitou ao porteiro que o deixasse entrar. No entanto, como ele não possuía as chaves do imóvel, sua entrada foi proibida. Em depoimento a polícia, o mesmo homem confirmou que conhece Hilário desde criança.

Também em depoimento a polícia, o porteiro do prédio contou que o suposto eletricista interfonou para a casa da vizinha de Milena e falou com a secretária, que informou que não tinha a chave do apartamento.