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Mãe confirma que ossada encontrada em Viana é de Thayná

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Polícia

Mãe confirma que ossada encontrada em Viana é de Thayná

A jovem desapareceu em outubro desse ano. O suspeito do crime foi preso no Rio Grande do Sul

Após 25 dias, o resultado do exame de DNA feito em uma ossada encontrada em Vina saiu na manhã desta segunda-feira (4). De acordo com Clemilda Aparecida, mãe da menina Thayná Andressa de Jesus, de 12 anos, foi confirmado que o corpo era da menina.

"Eu estou sem chão. Ainda não caiu a minha ficha. Recebi a notícia hoje de manhã e ainda não consegui passar para todos os meu familiares. Também não tenho condições de arcar com o enterro. Estou pedindo ajuda as pessoas através do Facebook. Coloquei até o número da minha conta lá", disse a mãe.

Clemilda também divulgou a informação através das redes sociais. "Amigos hoje saiu o resultado do exame do DNA. Infelizmente era minha BB (sic). Estou sem chão e sem dinheiro o suficiente pra dar a ela funeral decente. Agradeço desde já a todos que me ajudaram e a todos que ainda vão me ajudar", afirmou na postagem.

A ossada foi achada pela polícia nas proximidades de uma lagoa, localizada na região conhecida como Parque Industrial, no dia 10 do mês passado. 

Na época, um vestido que estava próximo à essa ossada foi reconhecido pelo padrasto de Thayná como sendo da menina.

O suspeito de sequestrar a criança foi preso no dia 12 de novembro. Ademir Lúcio de Araújo Ferreira, de 55 anos, foi encontrado sozinho em uma praça pública, localizada no Centro de Porto Alegre. Ele foi trazido para o Espírito Santo, onde permanece preso.

Desaparecimento

Thayná desapareceu no dia 17 de outubro, quando voltava do supermercado e entrou no carro conduzido por um homem. Câmeras de segurança de um supermercado mostraram o momento em que a menina entrou no local sozinha. As imagens, no entanto, não teriam flagrado a saída da estudante. Dias depois a polícia divulgou a foto do suspeito e as imagens de videomonitoramento que registraram quando a adolescente entrou em um carro.

De acordo com a polícia, Ademir tem passagem pela justiça por homicídio, roubo e estelionato. O suspeito estava preso e saiu em liberdade em dezembro do ano passado. O delegado José Lopes, responsável pelo caso, contou ainda que ele é suspeito também de envolvimento em um crime de abuso sexual.